Marketing Moderno
A visão completa: como a sua empresa é encontrada, escolhida e cresce na era da inteligência artificial.
Mostra como as cinco peças da série se encaixam em uma estratégia só, e a ordem certa para começar a aplicar.
SEO, tráfego pago, growth hacking e inteligência artificial aplicada, sempre sobre uma base de rastreamento correto. Sou autor da série de livros Marketing Moderno e documentei 77 cases com o problema, a decisão e o resultado de cada projeto. Trabalho sozinho, direto com quem decide, e atendo um número limitado de projetos por vez para entrar de fato em cada um deles.
Cleber Barbosa
Consultor de SEO, tráfego pago e IA · Ribeirão Preto, SP
No digital desde 2006. Autor dos seis livros da série Marketing Moderno e de 77 cases documentados.
Sou Cleber Barbosa, consultor de marketing digital desde 2006. Comecei como muita gente começa — testando, errando e medindo —, e foi exatamente essa obsessão por medir que virou o eixo de tudo o que faço hoje.
Ao longo de duas décadas passei por SEO, tráfego pago, e-commerce, growth hacking e, mais recentemente, inteligência artificial aplicada. Não como modas isoladas, mas como peças de um mesmo quebra-cabeça: fazer um negócio ser encontrado, escolhido e lembrado no ambiente digital — e transformar essa visibilidade em clientes de forma previsível.
Trabalho de forma independente por uma razão simples: acredito que estratégia e execução não deveriam estar em mãos diferentes. Quando o mesmo profissional que pensa o plano é quem coloca a mão na operação, o negócio recebe profundidade em vez de processos genéricos. É por isso que atendo um número limitado de projetos por vez — para entrar de fato em cada um deles.
Minha relação com o trabalho começou muito antes. Aos oito anos eu já trabalhava; aos nove, em 1989, meu pai adoeceu — e dali em diante o trabalho deixou de ser ajuda e virou necessidade.
Distribuí panfleto em semáforo, peguei o que aparecia e ajudei a sustentar a casa enquanto a saúde do meu pai se desfazia aos poucos, ao longo de quinze anos, até seu falecimento em 2004 — poucos dias antes do meu casamento.
Meu pai era funcionário público e tinha estudado só até a quarta série. A vida inteira ele tentou empreender, abrir os próprios negócios, mas quase sempre esbarrava na mesma parede: faltavam recurso, conhecimento e estudo.
Cresci vendo de perto o preço de querer construir algo sem ter as ferramentas para isso — e não é exagero dizer que o que faço hoje, dar a empresários a estratégia e o conhecimento para crescer, nasceu ali.
Foi no meio dessa fase, e não apesar dela, que decidi me dedicar ao trabalho voluntário — um ato de fé, acima de tudo.
Dos 16 aos 30 anos, passei quase quinze anos coordenando equipes, orientando pessoas e assumindo responsabilidades de liderança, sem nenhum salário no meio.
Liderar quem está ali só por vontade própria ensina o que nenhum cargo ensina: a ouvir de verdade, a entender o que move cada pessoa e a construir confiança. É dessa escola — somada à da infância — que vem boa parte da minha leitura de público e de comportamento, que está no centro de qualquer estratégia de marketing.
Não é para gerar comoção, e sim porque explica escolhas que de outro modo pareceriam arbitrárias.
A insistência em medir tudo vem de ter crescido onde errar custava caro demais. A recusa em prometer resultado garantido vem de ter visto de perto o que a promessa vazia faz com quem acredita nela. E o incômodo com jargão vem de lembrar que meu pai queria empreender e esbarrava justamente na barreira do que não conseguia entender.
Quando eu digo que explico cada decisão em linguagem acessível, não é técnica de atendimento. É a única forma que me parece aceitável de trabalhar.
Comecei quando "fazer SEO" significava encher o texto de palavra-chave e esperar. Funcionava, até deixar de funcionar: quem tinha construído tráfego sobre técnica frágil viu tudo cair de uma atualização do Google para a outra.
Essa fase me ensinou o que ainda orienta o trabalho: construir sobre o que dura. Conteúdo com profundidade real, estrutura que o Google e as IAs conseguem entender, rastreamento que mede o que importa. É o mesmo princípio que hoje aplico à busca por inteligência artificial, e o que está registrado nos livros e nos cases mais abaixo.
Quando entrei no tráfego pago, veio a segunda lição: o problema número um das campanhas raramente é o criativo ou o lance, e sim o rastreamento. A maioria dos negócios que me procura tem campanhas rodando há meses sem saber o custo real de cada cliente, porque ninguém configurou a medição antes de gastar o primeiro real.
"Marketing digital sem rastreamento correto é aposta, não estratégia."
Tenho base em Ribeirão Preto, SP, e atendo empresas em todo o país de forma remota. Conhecer o mercado regional, os concorrentes locais e as oportunidades de busca da cidade é um diferencial concreto para quem quer dominar as buscas na região — e uma vantagem que carrego para qualquer projeto, em qualquer lugar.
Início oficial na área, com foco em fundamentos de SEO e presença online — quando o Google se consolidava como o principal canal de descoberta de negócios. A base técnica foi construída na prática, testando e medindo.
Aprofundamento em otimização para busca e entrada nas campanhas pagas. Transição de um SEO mais artesanal para uma abordagem técnica e orientada a dados, integrando tráfego orgânico e anúncios.
Gestão de campanhas de maior escala, projetos de e-commerce com foco em retorno sobre investimento e otimização de funil. Consolidação da especialização em SEO técnico.
Consolidação como consultor independente atendendo empresas de todo o Brasil, com metodologia própria de auditoria e planejamento. Framework de funil completo, projetos multicanais e especialização em SEO local.
Integração de inteligência artificial em todas as frentes: SEO com IA, conteúdo com revisão editorial, automação de processos e otimização para as respostas geradas por modelos como ChatGPT e Gemini.
Nesse período também organizei o que aprendi em duas frentes públicas: a documentação de 77 cases, com o problema, a decisão e o resultado de cada projeto, e a série de livros Marketing Moderno.
A obsessão por entender públicos e transformar visibilidade em resultado nunca ficou restrita ao mercado brasileiro. Ao longo da carreira, atendi clientes dos mais variados perfis em diferentes países, idiomas e culturas — e cada projeto exigia adaptar a estratégia a um contexto completamente novo.
Prestei consultoria para diversas empresas — incluindo um trabalho pontual para a Thunderbird School of Global Management, uma das mais respeitadas escolas de negócios internacionais do mundo, ligada à Arizona State University. Também atendi profissionais liberais e empresas de desenvolvimento pessoal em mercados de língua inglesa.
O leque foi do mundo corporativo ao esporte de elite: empresas e atletas de alto rendimento na França, na Itália e na Rússia — de uma importadora de vinhos italiana a profissionais cuja imagem e presença digital são parte do próprio trabalho —, além de influenciadores buscando estruturar e crescer sua audiência.
Um dos ecossistemas digitais mais singulares do planeta se tornou uma das minhas frentes mais constantes, com uma carteira ampla e variada de clientes, de empresas a influenciadores.
Porque atender realidades tão distintas afia uma habilidade específica: a de ler um público novo rapidamente, entender o que move aquelas pessoas e traduzir isso em estratégia — seja para uma empresa aqui de Ribeirão Preto, seja para um cliente do outro lado do mundo.
É a mesma lógica aplicada a contextos diferentes. E há um aprendizado que só aparece quando você trabalha fora do próprio mercado: quase nada do que parece universal realmente é.
O que funciona num país falha em outro por razões que não estão no manual — o jeito como as pessoas pesquisam, o que consideram prova de credibilidade, quanto tempo levam para confiar em quem não conhecem. Isso ensina a desconfiar de receita pronta, inclusive dentro do Brasil, onde um negócio em Ribeirão Preto e um em Belém enfrentam realidades bem diferentes.
O que eu aplico nos projetos está escrito, em linguagem simples, para quem toca o próprio negócio.
Vinte anos atravessando cada virada da internet deixaram uma conclusão simples: o que dura não é o atalho. É ser bom no que faz, ser fácil de encontrar, ser digno de confiança e medir para saber o que funciona. A série Marketing Moderno organiza esse aprendizado em seis livros: um central, com a visão do todo, e cinco que entram fundo em cada peça.
Escrevi do jeito mais simples que consegui, de propósito. Sem sopa de letrinhas e sem fórmula mágica, para chegar justamente a quem costuma ficar de fora quando o assunto vira jargão: o dono da padaria, a dona da clínica, o prestador que toca tudo sozinho.
Dois deles são a base do meu trabalho em SEO. SEO e Busca Orgânica explica como o Google encontra, entende e ordena um site, incluindo SEO local e o Perfil da Empresa no Google. Visibilidade na Busca com IA mostra como uma empresa passa a ser a resposta quando o cliente pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou à Perplexity.
A visão completa: como a sua empresa é encontrada, escolhida e cresce na era da inteligência artificial.
Mostra como as cinco peças da série se encaixam em uma estratégia só, e a ordem certa para começar a aplicar.
Como a sua empresa vira a resposta quando o cliente pergunta para a inteligência artificial.
AEO e GEO em linguagem simples, as perguntas que decidem a venda e como medir se a IA já fala de você.
Como a sua empresa aparece no Google sem trapaças e sem pagar por clique.
Como o Google acha, entende e ordena um site, a intenção por trás de cada busca e o SEO local a fundo.
Por que escolhem você, e não o concorrente do lado.
Posicionamento, o diferencial de verdade e a mensagem que diz quem você é em uma frase.
Como as perguntas do seu cliente viram confiança e vendas.
A jornada de atrair, confiar e vender, e como nunca mais ficar sem ideia do que publicar.
Como anunciar sem desperdiçar e medir o que traz cliente de verdade.
Alvo, oferta e criativo decididos antes do primeiro real, com rastreamento para não anunciar no escuro.
Edição digital em PDF. Além da série, há cinco playbooks gratuitos sobre diagnóstico digital, IA, growth hacking, tráfego pago e SEO local.
O livro mostra o método. O case mostra o método funcionando num negócio real. Cada um registra o ponto de partida, o que foi decidido e por quê, e o que mudou depois. São projetos documentados, não uma contagem de clientes.
Uma empresa de tecnologia tinha uma carteira definida de 100 termos estratégicos. Tratar a lista como um sistema, com arquitetura, SEO técnico, conteúdo e autoridade trabalhando juntos, levou 92 deles ao primeiro lugar do Google.
Ler o case → SEO local · Negócio de bairroSem site e sem perfil no Google, a padaria não aparecia para quem buscava padaria por perto. Site, Perfil da Empresa no Google e SEO local estruturados do zero fizeram o negócio ser encontrado por quem está perto.
Ler o case → Busca com IA · DiagnósticoPelos relatórios de sempre, a presença estava saudável. Ao perguntar às IAs sobre os problemas que a empresa resolve, ela não aparecia. O diagnóstico de encontrabilidade transformou essas lacunas em plano de posicionamento.
Ler o case → Migração · Preservação de SEOO domínio tinha páginas indexadas havia anos. Mapear a estrutura antiga, casar as URLs e planejar os redirecionamentos preservou o patrimônio orgânico durante a troca de site.
Ler o case →Cada uma funciona isolada — e fica muito mais forte quando combinada, sempre sobre uma base de rastreamento e mensuração correta.
SEO técnico, on-page, conteúdo e construção de autoridade para gerar tráfego qualificado sem pagar por cada clique. Inclui SEO local para negócios de Ribeirão Preto e região, e otimização para a nova busca por IA.
É o único canal em que o custo por aquisição cai com o tempo em vez de subir — e o que mais exige paciência para render.
Os fundamentos estão no livro SEO e Busca Orgânica, da série Marketing Moderno.
Ver o trabalho de SEO →Google Ads, Meta Ads e campanhas estruturadas com foco em custo de aquisição e retorno real — não em cliques e impressões soltos. Com rastreamento configurado e verificado antes de qualquer campanha ir ao ar.
Ver o trabalho de tráfego pago →Funil completo em vez de só o topo: aquisição, ativação, retenção, receita e indicação. Com as métricas que a maioria não acompanha — custo por cliente, valor ao longo do relacionamento e tempo de retorno do investimento.
Ver o trabalho de growth →IA aplicada a conteúdo, atendimento e processo, com automações que reduzem o trabalho operacional. Sempre como aceleradora de processo, nunca como substituta de critério.
Ver o trabalho com IA →Sem solução pronta. Cada projeto segue o mesmo princípio: medir antes de agir, e agir onde o retorno é maior.
Antes de qualquer campanha, instala-se a mensuração e faz-se o diagnóstico do que o Google e as IAs enxergam do seu negócio hoje. Sem medir, não há como decidir — e todo ajuste posterior vira chute educado.
Essa é a etapa que a maioria pula, e a que mais custa caro depois: sem rastreamento correto, os primeiros meses de investimento produzem dado inutilizável.
Com os dados na mesa, define-se para quem você fala, qual problema resolve e onde estão as maiores oportunidades. O plano nasce do seu contexto real, não de um modelo.
Aqui também se decide o que não fazer — que costuma ser tão importante quanto o que fazer, porque orçamento dividido entre cinco frentes garante que nenhuma funcione.
Executa-se primeiro o que tem maior potencial de retorno. As frentes entram de forma coordenada, na ordem que faz sentido para o seu momento — não todas ao mesmo tempo.
Relatórios voltados a receita, leads qualificados, custo por cliente e retorno — não a métricas de vaidade. Você enxerga exatamente o que cada ação gerou.
E quando algo não funciona, isso aparece no relatório com o plano de ajuste. Alcance alto escondendo campanha ruim é o oposto de prestar contas.
Com base nos resultados, escala-se o que funciona e corta-se o que não funciona. O ciclo se repete, e o desempenho compõe ao longo do tempo.
O método completo, com as frentes detalhadas e os formatos de mentoria, está em o que eu faço.
Trabalhar sozinho limita quantos projetos consigo atender ao mesmo tempo, e significa menos redundância — férias e imprevistos aparecem.
Se o seu negócio precisa de disponibilidade ampla, várias frentes simultâneas com equipes dedicadas e substituição imediata quando alguém falta, uma agência estruturada atende melhor. Eu digo isso na conversa inicial em vez de aceitar o projeto.
Também não faço tudo. Produção audiovisual, assessoria de imprensa e design de marca exigem outras competências — nesses casos, o certo é indicar quem faz.
O atendimento é nacional e remoto, com reuniões por videoconferência e comunicação direta para agilidade no dia a dia. Para empresas de Ribeirão Preto e região, o presencial também está disponível quando faz diferença — reunião inicial, apresentação de diagnóstico, alinhamento com equipe.
Depois dessa etapa, o trabalho remoto costuma ser superior: tela compartilhada mostra dado melhor que projetor, e a gravação fica registrada.
Além da questão de capacidade, há situações em que outro formato serve melhor.
Quando a empresa precisa de volume de produção. Muitos criativos por semana, produção de conteúdo em escala industrial, operação de mídia com dezenas de campanhas simultâneas. Isso é trabalho de estrutura, não de pessoa.
Quando existe equipe interna que só precisa de direção. Nesse caso, mentoria ou consultoria sem execução rende mais que contratar alguém para fazer o que o time já faz.
Quando o orçamento não comporta. Se o valor do serviço consome a verba que deveria ir para mídia, o arranjo não fecha. Melhor investir em aprender a fazer o básico — e para isso o conteúdo deste site é gratuito e serve.
Todo projeto começa por análise, não por solução pronta. Vender execução antes de entender o problema é como receitar remédio antes do exame — e é a origem da maior parte dos projetos que não entregam.
Relatórios focados em resultado de negócio em vez de impressões e cliques sem contexto. Alcance e engajamento não pagam conta, e tratá-los como resultado principal costuma esconder o que precisa ser corrigido.
Sem jargão desnecessário. Cada decisão é explicada em linguagem acessível, para que você entenda o raciocínio e acompanhe com autonomia — inclusive para me questionar quando discordar.
Google Ads, Meta Ads e todos os acessos ficam no nome do seu negócio. Histórico, públicos e dados pertencem a quem paga a mídia. Se nossa parceria terminar, você leva tudo, inclusive o aprendizado acumulado pelo algoritmo.
Quando algo não deu certo, isso aparece no relatório com plano de ajuste. E quando o problema não é marketing — produto sem demanda, processo comercial que demora dois dias para responder, margem que não cobre o custo de aquisição — eu digo isso também.
Uma parte das conversas de diagnóstico termina sem proposta. É o que evita projeto que não deveria ter começado, e é parte do que faz o modelo funcionar.
Ao longo de vinte anos, o trabalho passou por clínicas e serviços de saúde, escritórios de advocacia e contabilidade, imobiliárias e construtoras, comércio local e varejo, e-commerce, academias e serviços de estética, fornecedores do agronegócio e negócios B2B, além de profissionais liberais e criadores de conteúdo.
Essa variedade tem uma consequência prática: eu já vi o mesmo problema aparecer com roupas diferentes. O gargalo de uma clínica que perde paciente na recepção é primo do gargalo do e-commerce que perde venda no checkout — e reconhecer o padrão encurta o diagnóstico.
Também há o efeito contrário, que é igualmente útil: reconhecer quando um caso não se parece com nada que vi antes. Aí o certo é ir mais devagar e perguntar mais, em vez de aplicar o padrão que funcionou no vizinho.
Consultoria com execução, quando o tempo é mais escasso que o orçamento e o negócio precisa que alguém conduza.
Consultoria com execução interna, quando existe equipe e o que falta é direção e prioridade.
Auditoria e diagnóstico pontual, quando o objetivo é entender o que está travando antes de decidir o que fazer.
Mentoria e coaching, quando você quer desenvolver a competência dentro de casa em vez de terceirizar para sempre.
Workshops e treinamentos, para equipes que precisam elevar o nível técnico e alinhar critério de decisão.
Escolher o formato errado é a razão mais comum de alguém investir em algo bom e não tirar proveito — e definir isso é uma das coisas que a conversa inicial resolve rápido.
Vinte anos ensinam algumas coisas que nenhum curso ensina, e vale registrar as três que mais mudaram meu jeito de trabalhar.
O problema quase nunca está onde o cliente acha que está. Alguém procura porque "o site não aparece no Google" e o gargalo real é a página que não converte, ou o comercial que demora dois dias para responder. Por isso o diagnóstico vem antes da proposta — e por isso ele é gratuito.
Dizer não vale mais que dizer sim. Levei anos para entender isso. Projeto aceito por precisar do faturamento, sabendo que o encaixe era ruim, terminava mal para os dois lados. Hoje uma parte das conversas termina sem proposta, e isso melhorou tanto o resultado dos clientes quanto o meu.
Constância vence intensidade. Cliente que faz o básico todo mês por dois anos supera cliente que fez um projeto grande e parou. Vale para SEO, para conteúdo, para avaliações — e é o oposto do que o mercado vende, porque constância não cabe numa proposta empolgante.
Desde 2006, o que soma vinte anos de atuação. Nesse período passei por SEO, tráfego pago, e-commerce, growth hacking e, mais recentemente, inteligência artificial aplicada — sempre com o mesmo eixo: medir antes de decidir.
Sim. Sou autor da série Marketing Moderno, com seis livros: o livro central, que dá a visão do todo, e cinco temáticos sobre visibilidade na busca com IA, SEO e busca orgânica, marca e posicionamento, estratégia de conteúdo e mídia paga. A série é digital, em PDF.
Na página de cases, com 77 projetos documentados. Cada case descreve o ponto de partida, as decisões tomadas e o resultado, como a carteira de 100 palavras-chave de uma empresa de tecnologia em que 92 chegaram à primeira posição do Google.
Sozinho, por escolha de método. No modelo de agência, quem vende raramente é quem executa, e a cada troca de mão um pedaço do contexto se perde. A contrapartida é que atendo poucos projetos ao mesmo tempo e há menos redundância — se o seu caso exige disponibilidade ampla, uma agência estruturada atende melhor.
Sim. A base é Ribeirão Preto e o atendimento é remoto para todo o Brasil, além de já ter atendido clientes nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. Presencial está disponível em Ribeirão e região quando faz diferença — reunião inicial ou alinhamento com equipe.
SEO, tráfego pago, growth hacking e inteligência artificial aplicada, além de auditoria, mentoria e workshops. O que não faço: produção audiovisual, assessoria de imprensa e design de marca — nesses casos indico quem faz.
Por uma conversa gratuita de trinta minutos, direto comigo, sem assistente nem equipe comercial. Você sai com o canal recomendado para o seu momento, uma estimativa de custo por cliente no segmento e os principais bloqueadores — mesmo que não vire cliente.
Sempre do seu negócio. Histórico, públicos e dados pertencem a quem paga a mídia. Se a parceria terminar, você leva tudo, incluindo o aprendizado que o algoritmo acumulou — que tem valor real e é perdido quando a conta é da agência.
Não, e desconfie de quem garante. O algoritmo tem centenas de fatores, muda continuamente e ninguém controla o comportamento dos concorrentes. O que eu garanto é diagnóstico fundamentado, prioridade clara e transparência sobre o que está e o que não está funcionando.
Clínicas, escritórios de advocacia e contabilidade, imobiliárias, comércio local, e-commerce, academias, fornecedores do agronegócio e profissionais liberais, entre outros. O critério não é o setor — é ter produto ou serviço que resolve um problema real e disposição para medir o resultado.
Depende do canal. Tráfego pago pode gerar contato na primeira semana, desde que o rastreamento esteja correto. SEO leva meses, normalmente entre três e seis para movimento consistente. Qualquer promessa de resultado expressivo em trinta dias merece desconfiança.
Não. Uma parte das conversas de diagnóstico termina sem proposta, e é isso que evita projeto que não deveria ter começado. Quando o caso exige algo que eu não entrego bem, ou quando ainda não é hora de investir, digo na própria conversa.
Porque atender realidades muito distintas ensina que quase nada do que parece universal realmente é. O que funciona num país falha em outro por razões que não estão no manual — e isso ensina a desconfiar de receita pronta, inclusive dentro do Brasil.
Por relatórios voltados a resultado de negócio — receita, leads qualificados, custo por cliente e retorno — com comunicação direta comigo. Cada decisão é explicada em linguagem acessível, justamente para você poder questionar quando discordar.
Diagnóstico gratuito de trinta minutos, direto comigo e sem pitch de venda: o canal certo para o seu momento, uma estimativa realista de custo por cliente e os principais bloqueadores do seu caso.