Diagnóstico gratuito

Análise gratuita do seu marketing digital: o canal certo, o CAC real e o que está travando o crescimento

Trinta minutos de conversa direta comigo — sem assistente, sem equipe de vendas e sem pitch. Você sai sabendo qual canal faz sentido agora, quanto esperar pagar por cliente no seu segmento e quais são os três maiores bloqueadores do seu caso. Mesmo que não vire cliente.

30minduração, sem enrolação
R$0custo, sempre
1:1direto comigo, sem intermediário
0pitch de venda na conversa
A entrega

O que você leva da conversa

Cinco coisas concretas, independentemente de virar cliente ou não.

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O canal certo para o seu momento

Não uma lista com todos. Qual canal — busca orgânica, Google Ads, Meta Ads, automação — tem a melhor relação entre custo e resultado no estágio em que o negócio está hoje, com a justificativa por trás.

É a decisão que mais economiza dinheiro, porque começar pelo canal errado consome orçamento e ainda queima o canal internamente.

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Uma estimativa realista de custo por cliente

Faixa de custo por clique e por lead no seu segmento e na sua região, cruzada com uma estimativa de conversão — para você saber o que esperar antes de investir o primeiro real.

É o número que separa decisão fundamentada de aposta, e quase ninguém tem antes de começar.

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Leitura rápida do site e do rastreamento

Se a página comunica o que precisa, se funciona bem no celular, e principalmente se as conversões estão sendo medidas — incluindo os caminhos que passam por telefone e WhatsApp.

É onde mais aparece problema que ninguém sabia que existia.

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Os três maiores bloqueadores

O que está impedindo resultado mensurável agora, em ordem de impacto. Nem sempre é o que você imagina — com frequência o gargalo está na conversão, no atendimento ou na oferta, não no tráfego.

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O próximo passo, com prioridade

O que fazer primeiro, o que pode esperar e o que não vale fazer agora. Aplicável mesmo que você execute sozinho ou com outro profissional.

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Um "não" quando for o caso

Se eu achar que o seu caso não é para mim, ou que ainda não é hora de investir, digo na própria conversa e explico por quê. Isso acontece com frequência e é parte do serviço.

Formato

Como são os trinta minutos, na prática

Para você chegar sabendo o que esperar.

Os primeiros dez minutos: entender o negócio

O que você vende, para quem, qual o ticket médio, como o cliente costuma chegar hoje e quanto tempo leva entre o primeiro contato e o fechamento.

Parece básico e é a parte que mais determina a qualidade do resto. Recomendação de canal sem entender ticket e ciclo de decisão é chute educado.

Os dez seguintes: olhar o que existe

Site, presença no Google, campanhas ativas se houver. Compartilhamos tela e olhamos junto — não é análise que eu faço depois e mando por e-mail.

É aqui que costumam aparecer as coisas que ninguém tinha notado: conversão que não está sendo medida, página que não funciona bem no celular, campanha otimizando para o evento errado.

Os últimos dez: o que fazer

Canal recomendado com justificativa, estimativa de custo por cliente, os bloqueadores em ordem de impacto e o próximo passo concreto.

Se fizer sentido continuar juntos, eu digo o que envolveria. Se não fizer, digo isso também — e a conversa termina do mesmo jeito.

O que não acontece: apresentação de slides, panorama sobre tendências de mercado, pacote pré-montado, ou insistência para fechar na hora. Se você sair da conversa sem contratar nada e com clareza sobre o que fazer, o diagnóstico cumpriu a função.

Antes de agendar

As dúvidas que costumam travar o contato

"É gratuito mesmo? Qual a pegadinha?"

É gratuito e não tem contrapartida. A lógica é simples: eu não consigo dizer se posso ajudar sem entender o caso, e você não consegue avaliar se quer trabalhar comigo sem me ver trabalhando.

Trinta minutos resolvem os dois lados. Uma parte das conversas termina sem proposta nenhuma — e essa é a parte que faz o modelo funcionar, porque evita projeto que não deveria ter começado.

"Vou receber pitch de venda?"

Não. Se fizer sentido continuar, eu explico o que envolveria e você decide depois, com calma. Se não fizer, digo na hora.

Insistir para fechar na conversa seria contraprodutivo: projeto de marketing digital fechado sob pressão costuma ser projeto que trava no segundo mês.

"Preciso dar acesso a alguma conta?"

Não para o diagnóstico gratuito. Olhamos o que é público — site, presença no Google, o que você quiser compartilhar por tela.

Acesso a Search Console, Analytics ou contas de anúncio só entra em análise mais profunda, e sempre por permissão nomeada que você concede e revoga quando quiser. Nunca por senha compartilhada.

"E se meu negócio for pequeno demais?"

Boa parte de quem me procura é negócio pequeno, e a conversa costuma ser útil justamente aí — porque em operação enxuta cada decisão errada pesa mais.

Em vários casos, a recomendação envolve coisas gratuitas que você faz sozinho: arrumar o perfil no Google, corrigir o rastreamento, ajustar a página. Isso também é resultado.

"Ainda não tenho site nem campanha. Faz sentido?"

Faz, e talvez seja o melhor momento. É mais barato acertar a estrutura antes de investir do que corrigir depois — especialmente rastreamento, que se instalado tarde inutiliza os primeiros meses de dado.

"Já trabalho com uma agência. Posso conversar?"

Pode. Não vou pedir para você trocar de fornecedor, e uma segunda leitura sobre o que está sendo feito costuma ser útil independentemente disso.

Em alguns casos a conclusão é que o trabalho atual está correto e o problema está em outro lugar — o que é uma informação valiosa.

"E se eu não souber responder o que você perguntar?"

Normal, e não atrapalha. "Não sei quanto custa meu cliente" é uma resposta legítima — e frequentemente é justamente o primeiro achado do diagnóstico.

"Trinta minutos dá tempo de alguma coisa?"

Dá para identificar direção e bloqueio, que é o objetivo. Não dá para auditoria completa — isso é outro trabalho, com outro escopo e outro prazo.

A diferença é intencional: o diagnóstico existe para você saber onde está e para onde ir, não para receber o mapa detalhado do caminho.

"Você vai me falar coisas que eu já sei?"

Parte sim, e isso é bom sinal — significa que a sua leitura do negócio está correta. Confirmação também é resultado, porque tira a dúvida de estar deixando algo óbvio passar.

O que costuma surpreender não é o diagnóstico em si, e sim a ordem. Muita gente sabe que precisa melhorar o site, produzir conteúdo e anunciar. O que não está claro é o que fazer primeiro — e é aí que a conversa rende.

"Meu caso é muito específico, você entende do meu setor?"

Já atendi negócios em setores bastante diferentes, e a resposta honesta é que o conhecimento do seu segmento é seu, não meu. Você sabe como o cliente decide, o que ele pergunta, o que o faz desistir.

O que eu trago é o outro lado: como esse comportamento se traduz em canal, em custo e em estrutura. A conversa funciona porque junta as duas coisas — e é por isso que as perguntas dos primeiros dez minutos importam tanto.

"E se eu quiser contratar na hora?"

Não fecho nada na primeira conversa, mesmo quando o cliente quer. Prefiro que você pense com calma e que eu tenha tempo de avaliar se consigo entregar o que o caso pede.

Proposta feita no impulso costuma ter escopo mal definido, e escopo mal definido é a origem da maior parte dos atritos que vejo em projeto de marketing.

"Quanto tempo leva para conseguir agendar?"

Depende da semana. Como a conversa é comigo e existe limite semanal, às vezes a agenda mais próxima é de alguns dias. A resposta à mensagem costuma ser rápida — o agendamento é que pode não ser imediato.

Preparação

O que ajuda ter em mãos — e o que não é necessário

Nada disso é obrigatório. Quanto mais você tiver, mais específica fica a conversa — mas dá para conversar sem nenhum deles.

Ajuda bastante

Ticket médio e margem aproximada. São os dois números que definem quanto você pode pagar por cliente. Com eles, a estimativa de viabilidade deixa de ser genérica.

De onde vêm os clientes hoje. Mesmo que seja percepção — "a maioria é indicação, uns três por mês vêm do Google". É ponto de partida suficiente.

Quanto se investe em marketing por mês. Incluindo mídia, ferramentas e honorários, se houver.

Quantos contatos chegam e quantos fecham. Aproximado serve. A taxa entre os dois costuma revelar o gargalo em minutos.

Não é necessário

Relatório formatado, planilha organizada, acesso a nenhuma conta, apresentação sobre o negócio. Se você chegar só com o site aberto e disposição para responder perguntas, já dá para trabalhar.

Uma preparação que vale a pena

Se tiver cinco minutos antes, faça uma busca pelo nome do seu negócio numa janela anônima e veja o que aparece. É o que o cliente que recebeu uma indicação vê — e frequentemente a primeira surpresa da conversa.

Duas outras checagens de cinco minutos

Abra o seu site no celular, fora do wi-fi do escritório, e tente entrar em contato como se fosse cliente. Preencha o formulário, clique no telefone, mande a mensagem. Metade dos problemas de conversão aparece nessa tentativa — e você chega na conversa já sabendo.

Procure pelo seu serviço mais importante seguido da sua cidade. Veja quem aparece antes de você e o que essas páginas oferecem. É o cenário competitivo real, não o que se imagina dele.

Nenhuma das duas exige conhecimento técnico e as duas costumam mudar o tom da conversa — porque você chega com pergunta específica em vez de sensação difusa.

Fit

Para quem essa conversa costuma render mais

Faz sentido agendar

  • Você investe em marketing e não sabe o custo real por cliente
  • O tráfego cresceu e as vendas não acompanharam
  • Está prestes a investir e quer evitar erro caro
  • Trocou de fornecedor mais de uma vez sem resolver
  • Quer avaliar se o trabalho atual está correto
  • Não sabe por qual canal começar

Talvez ainda não seja a hora

  • Você quer resultado garantido em prazo curto
  • Procura apenas o orçamento mais barato do mercado
  • Não tem disponibilidade para executar nada nos próximos meses
  • Espera que o marketing compense um produto sem demanda
  • Precisa de execução imediata sem entender o porquê
  • Quer alguém que concorde com o plano já decidido

Sobre a coluna da direita: nenhum desses casos é julgamento. São situações em que a conversa provavelmente frustraria os dois lados — e ser claro sobre isso antes é melhor que descobrir depois de trinta minutos.

Se você está em dúvida sobre qual coluna descreve o seu caso, mande a mensagem mesmo assim. Resolver isso é exatamente o tipo de coisa que a conversa faz rápido.

Continuação

O que pode vir depois — e o que você faz sozinho

A conversa termina com um caminho recomendado. Ele pode ou não me incluir, e as duas coisas são resultado legítimo.

O que costuma ser executável por você

Arrumar o perfil no Google, corrigir o que trava a conversão no celular, criar processo de pedir avaliação, registrar de onde vem cada cliente, ajustar título e descrição das páginas principais.

São ações de retorno alto e custo zero. Em boa parte dos diagnósticos, elas são a recomendação principal — e não envolvem contratar ninguém.

O que costuma exigir apoio

Auditoria de SEO, quando o site não ranqueia sem motivo aparente ou houve queda depois de migração.

Consultoria de SEO, quando existe base e o objetivo é acompanhamento contínuo com prioridade definida.

Gestão de tráfego pago, quando há orçamento e o gargalo é aquisição — com rastreamento configurado antes de gastar.

Automação e IA, quando o problema é volume repetitivo ou contato se perdendo fora do horário.

Mentoria, quando você quer desenvolver a competência internamente em vez de terceirizar.

O que eu não faço

Produção audiovisual, assessoria de imprensa e design de marca são frentes que exigem outras competências. Quando o caso pede isso, o certo é indicar quem faz — e eu indico.

O método completo, com as quatro frentes e o que fica de fora, está em o que eu faço.

Quem está do outro lado

Com quem você vai conversar

A conversa é comigo, não com um assistente nem com equipe comercial. São mais de vinte anos trabalhando com SEO, tráfego pago, growth e inteligência artificial aplicada, com base em Ribeirão Preto e atendimento em todo o Brasil.

Trabalho sozinho por escolha de método: no modelo de agência, quem vende raramente é quem executa, e a cada troca de mão um pedaço do contexto se perde. Isso limita quantos projetos consigo atender ao mesmo tempo — e é a razão do limite semanal de diagnósticos.

O que orienta a conversa

Rastreamento antes de campanha. Sem saber o custo real por cliente, todo ajuste vira chute educado.

Um canal certo em vez de todos. Orçamento dividido entre cinco frentes garante que nenhuma funcione.

Honestidade sobre o que não funciona. Inclusive quando isso significa dizer que o problema não é marketing.

Se quiser conhecer melhor antes de conversar, a trajetória está em quem sou eu e os projetos documentados em cases.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O diagnóstico é realmente gratuito?+

É, e sem contrapartida. A lógica é que eu não consigo dizer se posso ajudar sem entender o caso, e você não consegue avaliar se quer trabalhar comigo sem me ver trabalhando. Uma parte das conversas termina sem proposta nenhuma — e é essa parte que faz o modelo funcionar.

Vou receber pitch de venda?+

Não. Se fizer sentido continuar, eu explico o que envolveria e você decide depois, com calma. Se não fizer, digo na hora e explico por quê. Projeto de marketing fechado sob pressão costuma travar no segundo mês — não interessa a nenhum dos dois lados.

Preciso dar acesso a alguma conta?+

Não para o diagnóstico gratuito. Olhamos o que é público e o que você quiser compartilhar por tela. Acesso a Search Console, Analytics ou contas de anúncio só entra em análise mais profunda, sempre por permissão nomeada que você concede e revoga quando quiser.

Meu negócio é pequeno. Faz sentido?+

Faz, e frequentemente rende mais — porque em operação enxuta cada decisão errada pesa proporcionalmente mais. Em vários casos a recomendação envolve coisas gratuitas que você executa sozinho, como arrumar o perfil no Google e corrigir o rastreamento.

Ainda não tenho site nem campanha. Vale conversar?+

Vale, e talvez seja o melhor momento. É mais barato acertar a estrutura antes de investir do que corrigir depois — especialmente o rastreamento, que instalado tarde inutiliza os primeiros meses de dado.

Já trabalho com uma agência. Posso agendar?+

Pode. Não vou pedir para trocar de fornecedor. Uma segunda leitura sobre o que está sendo feito costuma ser útil, e em alguns casos a conclusão é que o trabalho atual está correto e o problema está em outro lugar.

Trinta minutos dá tempo de analisar alguma coisa?+

Dá para identificar direção e bloqueio, que é o objetivo. Não dá para auditoria completa — isso é outro trabalho, com outro escopo e outro prazo. O diagnóstico existe para você saber onde está e para onde ir, não para receber o mapa detalhado.

O que preciso preparar antes?+

Nada obrigatório. Ajuda ter ticket médio e margem aproximada, de onde vêm os clientes hoje, quanto se investe por mês e quantos contatos chegam e fecham. Se chegar só com o site aberto e disposição para responder perguntas, já dá para trabalhar.

E se eu não souber responder alguma pergunta?+

É normal e não atrapalha. 'Não sei quanto custa meu cliente' é uma resposta legítima — e frequentemente é justamente o primeiro achado do diagnóstico.

A conversa é por vídeo ou por telefone?+

Como for melhor para você. Vídeo com tela compartilhada funciona melhor quando vamos olhar o site e os dados juntos, que é o formato mais comum. Presencial é possível em Ribeirão Preto e região quando faz diferença.

Atende fora de Ribeirão Preto?+

Sim. A base é Ribeirão Preto e o atendimento é online para todo o Brasil. A maior parte dos projetos é conduzida remotamente sem prejuízo ao resultado — o trabalho envolve compartilhar tela e olhar dados, algo que não melhora com presença física.

Por que existe limite semanal de diagnósticos?+

Porque a conversa é comigo, sem assistente nem equipe comercial. Isso limita quantos consigo fazer por semana mantendo a qualidade da análise. É a mesma razão pela qual atendo menos projetos ao mesmo tempo que uma agência atenderia.

Trinta minutos para saber o próximo passo certo

Gratuito, sem compromisso e sem pitch. Você sai com o canal recomendado, uma estimativa realista de custo por cliente e os três maiores bloqueadores do seu caso — mesmo que a conclusão seja que ainda não é hora de contratar ninguém.

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