Quanto custa gestão de redes sociais?
O preço da gestão de redes sociais varia bastante, e depende de fatores concretos: o número de redes que serão cuidadas, o volume e o formato do conteúdo (posts, reels, vídeos — os dois últimos custam mais), se a criação do conteúdo está incluída ou se você entrega pronto, e a profundidade da estratégia e do engajamento. Antes de olhar o número, é importante saber de uma distinção que quase todo mundo confunde: gestão de redes sociais (o trabalho orgânico de cuidar dos seus perfis) é um serviço diferente de gestão de tráfego pago (anúncios) — e, se você impulsionar, a verba de anúncio é à parte. Aqui você vai entender o que define o preço, os modelos de cobrança, por que fugir dos pacotes de “posts baratos” e como orçar do jeito certo para o seu caso.
Mais de 20 anos em tecnologia e marketing, com método documentado em 43 cases. Trato redes sociais como estratégia de presença e relacionamento, não como fábrica de posts — com cobrança transparente, foco em qualidade sobre quantidade e clareza sobre o que é orgânico, o que é anúncio e o que é verba.
Em uma frase: o preço da gestão de redes sociais depende do número de redes, do volume e formato do conteúdo (vídeo e design custam mais), de a criação estar incluída ou não, e da profundidade da estratégia e do engajamento — cobrado, em geral, como um fee fixo mensal. Lembre-se de duas coisas: gestão de redes (orgânico) é um serviço diferente de gestão de tráfego pago (anúncios), e se você impulsionar, a verba é à parte. E o mais importante: qualidade e estratégia valem mais que quantidade de posts — fuja dos pacotes de “posts baratos” sem estratégia.
Resumo rápido
- O que define o preço: número de redes, volume e formato do conteúdo, se a criação entra, estratégia e engajamento.
- Vídeo e design custam mais: a criação de conteúdo é o maior fator de preço — verifique o que está incluído.
- Orgânico ≠ pago: gestão de redes (orgânico) é diferente de gestão de tráfego (anúncios); a verba é à parte.
- Modelo comum: fee fixo mensal dimensionado pelo escopo; há também pacotes por volume e por projeto.
- Fuja de “posts baratos”: quantidade sem estratégia é ruído — qualidade e estratégia rendem mais.
- Redes = presença e relação: constroem autoridade ao longo do tempo, não vendas instantâneas a cada post.
≠ pagogestão de redes é diferente de anúncios
> postsestratégia rende mais que volume
Por que não existe preço único (e uma distinção importante)
“Quanto custa cuidar das minhas redes?” não tem uma resposta única, porque “cuidar das redes” pode significar coisas muito diferentes — e a primeira confusão a desfazer nem é sobre preço, é sobre o que é o serviço.
Comece por essa distinção, que evita muito mal-entendido: gestão de redes sociais, no sentido próprio, é o trabalho orgânico de cuidar dos seus perfis — planejar o conteúdo, criar e publicar posts, reels e stories, engajar com o público (responder comentários e mensagens) e construir presença, relacionamento e autoridade ao longo do tempo, sem pagar por alcance. Isso é diferente de gestão de tráfego pago, que é a criação e o gerenciamento de anúncios, em que você paga para alcançar as pessoas e que envolve, além do trabalho, uma verba de anúncio. São dois serviços distintos: um constrói presença orgânica e relacionamento; o outro compra alcance. Você pode contratar só a gestão orgânica das redes, só a gestão de anúncios, ou as duas juntas. E, mesmo quando você impulsiona um post nas suas redes, esse investimento em anúncio é um custo à parte do fee de quem cuida do conteúdo. Entender isso é o primeiro passo para não confundir preços e serviços.
Feita essa separação, o preço da gestão orgânica das redes varia porque o escopo do trabalho varia enormemente. Cuidar de uma única rede com alguns posts por mês é muito diferente de cuidar de várias redes, com produção de vídeos, design elaborado, stories diários e engajamento ativo. O fator que mais pesa costuma ser a criação de conteúdo: se o serviço inclui produzir os conteúdos (escrever, criar as artes, gravar e editar vídeos) ou se você entrega o material pronto muda bastante o valor, porque conteúdo de qualidade, especialmente vídeo, dá muito trabalho. Somam-se a isso o número de redes, o volume e os formatos de publicação, a profundidade da estratégia e do planejamento, a gestão de comunidade e os relatórios. Por tudo isso, dois orçamentos podem ter valores bem diferentes por entregarem coisas diferentes — e comparar só o número, sem olhar o escopo, engana.
Há ainda um ponto que guia todo este guia e que é onde muita gente erra: em redes sociais, qualidade e estratégia valem mais do que quantidade de posts. Existe uma tentação de comparar serviços pelo número de publicações e pelo menor preço, o que leva aos pacotes de “muitos posts baratos” — que costumam entregar conteúdo genérico, sem estratégia, que enche o feed mas não constrói nada. Postar por postar é ruído, não presença. Nas próximas seções, você vai ver o que define o preço em detalhe, os modelos de cobrança com faixas, um passo a passo para orçar e o que esperar de resultado. O objetivo é você investir em redes que tenham propósito e resultado, e não apenas em volume de posts. Se quiser entender por que redes sociais muitas vezes não trazem cliente, vale ver antes por que as redes não convertem.
O que define o preço da gestão de redes
Seis fatores explicam por que uma gestão de redes custa mais que a outra. O maior deles costuma ser a criação de conteúdo.
Número de redes
Cuidar só do Instagram, ou de Instagram, Facebook e outras: cada rede é mais trabalho de conteúdo, publicação e engajamento. Estar bem em uma ou duas costuma valer mais que mal em várias.
Instagram em clientes →Volume e formato do conteúdo
Quantos posts por mês e em quais formatos: reels e vídeos custam mais que posts estáticos, porque dão mais trabalho de produção. É um dos maiores fatores de preço.
O que medir →Criação incluída ou não
Se o serviço cria os conteúdos (texto, design, vídeo) ou se você entrega prontos muda muito o valor. Criação completa de qualidade é o fator que mais pesa no preço.
Conteúdo que converte →Estratégia e planejamento
Só postar é uma coisa; ter um plano de conteúdo com objetivo, para o público certo, é outra. Estratégia é o que faz as redes renderem — e agrega valor ao serviço.
Autoridade →Engajamento e comunidade
Responder comentários e mensagens, interagir, cuidar da comunidade: é trabalho à parte do simples publicar, e faz diferença no relacionamento e no resultado.
Redes que convertem →Quem faz
Freelancer, agência ou consultor mudam preço e qualidade. Barato demais costuma significar “postar por postar”, sem estratégia nem conteúdo de qualidade.
Consultoria →Modelos de cobrança e faixas
Como se cobra a gestão de redes, com faixas para dar um chão. São estimativas de mercado — o valor exato depende do escopo e do que está incluído.
Fee fixo mensal
O modelo mais comum: um valor mensal dimensionado pelo escopo (redes, volume, formatos, se inclui criação, estratégia e engajamento). Previsível e adequado a um trabalho contínuo de presença.
Faixa de mercado: mensalidade que varia muito conforme redes, volume, formatos e se a criação entra.
Pacote por volume de posts
Cobrança por uma quantidade de publicações por mês. Comum, mas exige atenção: pacotes baratos de “X posts” costumam vir sem estratégia. Olhe a qualidade e o plano, não só o número.
Faixa de mercado: conforme a quantidade e, principalmente, a qualidade e os formatos.
Por projeto ou campanha
Um valor pontual para uma ação específica (uma campanha, uma série de conteúdos, um lançamento), em vez de gestão contínua. Útil para necessidades pontuais e datas especiais.
Faixa de mercado: valor conforme o tamanho e a complexidade do projeto.
Cuidado com o pacote de “muitos posts baratos”. Preço baixo por muitas publicações quase sempre significa conteúdo genérico, sem estratégia e sem objetivo, que enche o feed mas não engaja nem traz cliente. Postar por postar é ruído. O que faz as redes funcionarem é estratégia, qualidade e engajamento — não a contagem de posts. Prefira valor ligado a estratégia e qualidade, mesmo que sejam menos publicações.
E lembre-se da distinção que evita surpresa: esses valores se referem à gestão orgânica das redes (o trabalho de cuidar dos perfis). Se você também quiser impulsionar posts ou rodar anúncios, isso é gestão de tráfego pago, um serviço à parte, e a verba de anúncio é um custo adicional e seu — veja quanto custa a gestão de tráfego pago. Muitos negócios combinam os dois (redes construindo presença, tráfego acelerando alcance), mas é importante orçar cada um com clareza.
Como chegar ao seu orçamento
Seguindo esta ordem, você sai do “depende” para um número real — com orgânico e pago bem separados e o foco na estratégia, não só no número de posts.
Separe gestão de redes (orgânico) de tráfego (pago)
Antes de tudo, entenda que são serviços diferentes: gestão de redes é o trabalho orgânico de cuidar dos seus perfis (criar, publicar, engajar); gestão de tráfego é anúncios pagos, com verba à parte. Decida o que você precisa — só orgânico, só pago, ou os dois. Confundir os dois é a origem de boa parte das comparações de preço erradas.
Defina o seu objetivo e as redes
Deixe claro para que servem as suas redes (presença, autoridade, relacionamento, apoio às vendas) e em quais redes faz sentido estar — nem sempre é preciso estar em todas. Objetivo e número de redes definem o escopo e influenciam o preço. Estar bem em uma ou duas redes costuma valer mais do que estar mal em várias.
Dimensione volume, formato e criação
Defina quantos posts por mês e em quais formatos (estáticos, carrosséis, reels, vídeos) e, principalmente, se a criação do conteúdo (texto, design, vídeo) entra ou se você fornece pronto. Este é o maior fator de preço: vídeo e design de qualidade custam mais. Ter isso claro é o que permite um orçamento real e comparável.
Escolha o modelo de cobrança
Decida o que se encaixa: fee fixo mensal dimensionado pelo escopo (o mais comum), pacote por volume de posts, ou trabalho por projeto/campanha. Fuja de pacotes de “muitos posts baratos” sem estratégia — quantidade sem qualidade é ruído, não presença. Prefira valor ligado a estratégia e qualidade, não só ao número de publicações.
Compare o que está incluído (não só o preço)
Duas propostas com o mesmo valor podem entregar coisas bem diferentes. Compare o que cada uma inclui — número de redes, volume, formatos, se há criação completa, estratégia, engajamento e relatórios — e a qualidade do portfólio. Fee só faz sentido ao lado do escopo e da estratégia; sem isso, você compara números que não são comparáveis.
Peça uma proposta clara e com estratégia
Peça um orçamento que detalhe o escopo, deixe claro o que é orgânico e o que seria pago (e a verba, se houver), e apresente uma estratégia, não só uma lista de posts. Avalie pela proposta e pela qualidade do trabalho anterior, não apenas pelo preço. Com isso definido, você contrata com segurança e sabe exatamente o que esperar das suas redes.
Redes rendem mais dentro de uma estratégia. Elas constroem presença e relacionamento, e convertem melhor quando levam a um bom destino. Garanta um site que converte e entenda como transformar seguidores em clientes.
Vale a pena? O que esperar da gestão de redes
O valor da gestão de redes se justifica pelo que ela constrói — mas com a expectativa certa, para não gerar frustração. As redes sociais são um canal de presença, relacionamento e autoridade: elas fazem as pessoas conhecerem você, acompanharem, confiarem e lembrarem da sua marca. Isso é valioso e influencia as vendas, mas costuma agir de forma indireta e ao longo do tempo, não como um botão que gera venda a cada post. Esperar que “postar” se traduza imediatamente em vendas leva à frustração e à conclusão equivocada de que “redes sociais não funcionam”. Por isso, ao investir em gestão de redes, entenda que você está construindo presença e relacionamento de médio e longo prazo, medidos por crescimento e engajamento, e não comprando vendas instantâneas. Para resultado mais direto e rápido, o caminho é o tráfego pago e um bom funil, com as redes construindo a base.
Dentro dessa expectativa, uma boa gestão de redes entrega retorno concreto: uma marca mais forte e reconhecida, um público que acompanha e confia, autoridade que sustenta preços melhores e apoia todas as outras frentes de marketing, e um relacionamento que, ao longo do tempo, se converte em clientes e recompra. O que faz a diferença entre redes que rendem e redes que só ocupam espaço não é o número de posts, e sim a estratégia (o que postar, para quem e por quê), a qualidade do conteúdo e o engajamento. É por isso que investir um pouco mais em uma gestão com estratégia e conteúdo de qualidade costuma render muito mais do que economizar em um pacote de posts genéricos. E medir o que importa — crescimento, engajamento, e como as redes contribuem para os contatos e vendas — é o que transforma a gestão de redes de um custo incerto em um investimento acompanhado. É a mentalidade orientada a resultado que aplico em tudo. Ferramentas ajudam nessa medição: o próprio ecossistema das plataformas, como os recursos para negócios do Instagram for Business, oferece dados de desempenho, e materiais como os do Think with Google ajudam a entender o comportamento do público.
No fim, a decisão sobre quanto investir em gestão de redes deve olhar menos o preço isolado e mais a relação entre o que está incluído, a estratégia e o resultado esperado. Redes bem trabalhadas, com propósito e qualidade, são um ativo que fortalece a sua marca e apoia as vendas ao longo do tempo; redes tocadas como uma fábrica de posts baratos, sem estratégia, são um gasto que não constrói nada. A diferença de custo entre as duas abordagens costuma ser pequena perto da diferença de resultado. Por isso, mais importante do que buscar o menor preço é buscar a gestão que trate as suas redes como parte de uma estratégia, integrada ao restante do seu marketing — site, tráfego, atendimento —, para que a presença que você constrói realmente contribua para o crescimento do negócio. Se quiser um ponto de partida, comece por um diagnóstico gratuito.
Quer um orçamento claro de gestão de redes?
Me chama no WhatsApp e me conte o seu objetivo, em quais redes quer estar e se precisa de criação de conteúdo. Eu te devolvo uma proposta transparente — com estratégia, escopo claro e a separação entre orgânico, anúncio e verba —, focada em resultado, não em volume de posts.
Por que fazer isso com um especialista?
Redes que rendem exigem estratégia e conteúdo de qualidade, não uma fábrica de posts. A diferença está em tratar as redes como parte do seu marketing.
Estratégia, não só posts
Um plano de conteúdo com objetivo, para o público certo, em vez de encher o feed. É o que faz as redes construírem autoridade e não virarem ruído.
Conteúdo de qualidade
Textos, design e vídeos que representam bem a sua marca e engajam — a qualidade que separa presença de barulho. Conteúdo que apoia a conversão de seguidores.
Integrado ao seu marketing
Redes que conversam com site e tráfego, cada um no seu papel — presença, alcance e conversão numa estratégia só.
Medido por resultado
Crescimento, engajamento e contribuição para as vendas, não vaidade. É a lógica de métricas de growth. Comece por um diagnóstico gratuito.
Tratar as redes como parte de uma estratégia, com conteúdo de qualidade e medição, é o que separa uma presença que fortalece a marca de uma fábrica de posts que não constrói nada. O erro mais comum é escolher pelo menor preço ou pelo maior número de publicações, caindo em pacotes baratos sem estratégia. O caminho certo é entender o que está incluído, separar orgânico de pago, focar em qualidade e estratégia em vez de volume, integrar as redes ao restante do marketing e medir o resultado. É assim que o “quanto custa gestão de redes” deixa de ser sobre encontrar o mais barato e passa a ser sobre investir numa presença que realmente contribui para o crescimento do seu negócio.
Quer o orçamento certo para as suas redes sociais?
Me conte o seu objetivo, em quais redes quer estar e se precisa de criação de conteúdo. Eu te devolvo uma proposta clara — com estratégia, escopo transparente e foco em presença e resultado, não em volume de posts — para as suas redes finalmente construírem algo para o seu negócio.
Perguntas frequentes
As perguntas que mais recebo de quem está avaliando contratar gestão de redes sociais.
Depende bastante do escopo, mas o preço se define por alguns fatores principais: o número de redes que serão cuidadas, o volume e o formato do conteúdo (quantos posts por mês e se incluem vídeos e reels, que custam mais que posts estáticos), se a criação do conteúdo está incluída ou se você entrega pronto, a profundidade da estratégia e do planejamento, e se há gestão de engajamento e relatórios. Some-se a isso quem faz o trabalho (freelancer, agência ou consultor). A forma mais comum de cobrança é um fee fixo mensal dimensionado por esse escopo; há também pacotes por volume de posts e trabalhos por projeto. Antes de olhar o número, vale entender uma distinção importante: gestão de redes sociais (o trabalho orgânico de cuidar dos seus perfis) é um serviço diferente de gestão de tráfego pago (anúncios); são coisas separadas, e você pode contratar uma, a outra ou as duas. Por isso, a pergunta certa não é só “quanto custa?”, e sim “o que está incluído nesse valor e qual é o meu objetivo?”. Com o escopo claro — redes, volume, formato e se a criação entra —, dá para chegar a um número real para o seu caso.
Não necessariamente — e essa é uma distinção importante para não haver surpresa. Gestão de redes sociais, no sentido orgânico, é o trabalho de cuidar dos seus perfis: planejar, criar e publicar conteúdo, engajar com o público e reportar. Isso é uma coisa. Anunciar (impulsionar posts, rodar campanhas pagas) é outra: é a gestão de tráfego pago, um serviço à parte, que envolve estratégia de anúncios e, além do trabalho de gestão, uma verba de anúncio que vai para a plataforma. Então, o fee da gestão de redes normalmente cobre o trabalho orgânico; se você também quer impulsionar ou anunciar, isso costuma ser tratado separadamente, com a verba de anúncio sendo um custo adicional e seu. Alguns profissionais oferecem os dois serviços de forma integrada, mas mesmo assim vale deixar claro na proposta o que é gestão orgânica, o que é gestão de anúncios e o que é verba, para você saber exatamente pelo que está pagando. Entender essa separação evita a confusão comum de achar que contratar quem cuida das redes já inclui anúncios pagos. São camadas diferentes: uma constrói presença orgânica; a outra compra alcance. Você pode fazer só a orgânica, só a paga, ou as duas juntas.
São dois serviços diferentes, com objetivos e trabalhos distintos, embora se complementem. A gestão de redes sociais (orgânica) cuida da sua presença nas redes sem pagar por alcance: planejar e criar conteúdo (posts, reels, stories), publicar com consistência, engajar com o público (responder comentários e mensagens) e construir relacionamento, comunidade e autoridade ao longo do tempo. É um trabalho de médio e longo prazo, focado em presença e relação. A gestão de tráfego pago cuida dos anúncios: criar e gerenciar campanhas no Google, no Meta e em outras plataformas, pagando para alcançar as pessoas, com foco geralmente mais direto em gerar contatos e vendas em prazo mais curto; além do trabalho de gestão, envolve a verba de anúncio. Ou seja, uma constrói presença orgânica e relacionamento; a outra compra alcance e busca resultado mais imediato. Elas não competem, se somam: as redes constroem a marca e o relacionamento, e o tráfego acelera o alcance e a captação. Muitos negócios se beneficiam das duas, mas é importante saber que são serviços (e custos) separados, para contratar o que faz sentido para o seu objetivo e não confundir um com o outro na hora de avaliar preços.
Depende da proposta, e essa é justamente uma das coisas que mais mudam o valor — por isso vale sempre perguntar. Em alguns serviços de gestão de redes, a criação completa do conteúdo está incluída: a agência ou profissional escreve os textos, cria as artes e o design, e produz ou edita os vídeos e reels. Em outros, o serviço é mais de gestão e publicação, e espera-se que você forneça o material (fotos, vídeos, informações), ou a criação é cobrada à parte. Como a criação de conteúdo, especialmente vídeo e design de qualidade, dá bastante trabalho, ela é um dos maiores fatores de preço: um serviço que inclui produção de vídeos e artes elaboradas custa mais do que um que só organiza e publica o que você manda. Por isso, ao comparar orçamentos, é essencial verificar o que exatamente está incluído em termos de criação — quantos posts, quais formatos, se inclui design, se inclui vídeo, se inclui a redação. Dois orçamentos com o mesmo valor podem entregar coisas muito diferentes: um pode incluir criação completa, e outro apenas publicação. Entender isso evita comparar preços que não são comparáveis e garante que você contrate o que realmente precisa, seja criação completa ou só a gestão.
Quase nunca, e vale entender por quê antes de se atrair pelo preço baixo. Pacotes que prometem muitos posts por um valor muito baixo costumam funcionar na lógica da quantidade, não da qualidade: entregam um monte de publicações genéricas, sem estratégia, sem conteúdo pensado para o seu público e sem objetivo claro. O resultado é um perfil que posta bastante, mas não constrói nada — não engaja, não gera relacionamento e não traz cliente. Postar por postar é ruído, não presença. O que faz as redes sociais funcionarem não é a quantidade de posts, e sim a estratégia (o que postar, para quem e por quê), a qualidade do conteúdo e o engajamento com o público. Um serviço bom pode entregar menos posts, mas com muito mais impacto, do que um pacote barato que enche o feed de conteúdo sem alma. Por isso, desconfie de ofertas que competem só por volume e preço baixo: elas tendem a sair caro no sentido de não gerar retorno. O melhor critério não é “quantos posts pelo menor preço”, e sim “que estratégia e que qualidade por esse valor”. Investir um pouco mais em uma gestão com estratégia e conteúdo de qualidade costuma render muito mais do que economizar em um pacote de posts que não leva a lugar nenhum.
Menos do que a pressão de “postar todo dia” sugere — o que importa é consistência e qualidade, não um número mágico. Existe uma crença de que é preciso postar muito, todos os dias, mas isso frequentemente leva a conteúdo apressado e sem qualidade, que não engaja. O mais eficaz é uma frequência sustentável que você (ou quem cuida das suas redes) consiga manter com consistência e qualidade, alinhada à sua estratégia e ao seu público. Para muitos negócios, uma quantidade moderada de posts bem pensados, no formato certo, com regularidade, funciona melhor do que uma enxurrada de publicações genéricas. Além disso, a quantidade ideal varia conforme o objetivo, o setor, os formatos (um reel bem produzido pode valer por vários posts simples) e a capacidade de produção com qualidade. Por isso, definir o número de posts é parte da estratégia, não um valor fixo universal. Na prática, a conversa certa não é “quantos posts vêm no pacote?”, e sim “qual frequência e quais formatos fazem sentido para o meu objetivo, mantendo a qualidade?”. Consistência com qualidade supera volume sem estratégia — e é isso que constrói presença de verdade, não a contagem de publicações.
Raramente de forma direta e imediata — e ter essa expectativa clara evita frustração e decisões erradas. As redes sociais são, por natureza, um canal de presença, relacionamento e construção de autoridade: elas fazem as pessoas conhecerem você, acompanharem, criarem confiança e lembrarem da sua marca ao longo do tempo. Isso é valioso e influencia as vendas, mas costuma agir de forma indireta e gradual, não como um botão que gera venda a cada post. Esperar que “postar” se traduza imediatamente em vendas leva à frustração e à conclusão equivocada de que “redes sociais não funcionam”. O que acontece é que as redes aquecem e nutrem o público, e a venda costuma se concretizar quando esse público é direcionado para um destino que converte (um site, um atendimento no WhatsApp) e bem atendido, ou quando, com o tempo, o relacionamento amadurece. Para resultado mais direto e rápido, o caminho costuma ser o tráfego pago e um bom funil de conversão, com as redes construindo a base. Por isso, ao contratar gestão de redes, entenda que você está investindo em presença e relacionamento de médio e longo prazo, medidos por engajamento e crescimento, e não em vendas instantâneas a cada publicação. Redes bem trabalhadas contribuem muito para as vendas, mas dentro de uma estratégia, não isoladamente.
Depende da sua necessidade e do seu momento, e cada opção muda o preço e o tipo de entrega. Uma agência costuma ter equipe e estrutura, com profissionais para estratégia, criação, design e vídeo, o que pode ser bom para quem precisa de volume e variedade de conteúdo com consistência; em contrapartida, tende a custar mais e o atendimento pode ser mais padronizado. Um freelancer geralmente é mais acessível e pode ser uma boa opção para necessidades menores, mas depende muito da experiência e da capacidade individual, e uma pessoa só pode ter limites de volume e de especialidades (nem todo freelancer domina estratégia, design e vídeo ao mesmo tempo). Um consultor ou especialista costuma agregar mais na estratégia e no direcionamento, sendo valioso para quem quer que as redes tenham propósito e resultado, muitas vezes orquestrando a execução. Não existe resposta única: o que mais importa não é o rótulo, e sim quem vai realmente cuidar das suas redes, com qual qualidade, estratégia e consistência, e se o modelo se encaixa no seu tamanho e objetivo. Avalie o portfólio, a estratégia proposta e a qualidade do conteúdo, não apenas o preço. Para muitos negócios, o ideal é ter estratégia sólida somada a uma execução de qualidade, seja qual for o formato de contratação.
Compare pelo que está incluído e pela estratégia, não só pelo número de posts ou pelo menor preço, e comece definindo o seu objetivo. Um preço justo é aquele em que você entende claramente o que recebe: quantas redes, quantos posts e em quais formatos, se a criação (texto, design, vídeo) está incluída, se há estratégia e planejamento, se há engajamento e relatórios. Dois orçamentos só são comparáveis quando você sabe o que cada um entrega; o mais barato que só publica pode custar mais no sentido de não gerar resultado, enquanto um valor um pouco maior com estratégia e conteúdo de qualidade tende a render mais. Para começar da forma certa: primeiro, defina o objetivo das suas redes (presença, autoridade, relacionamento, apoio às vendas); segundo, entenda que gestão de redes (orgânico) é diferente de tráfego (anúncios) e decida o que precisa; terceiro, dimensione o escopo (redes, volume, formato, se precisa de criação); e quarto, avalie propostas pela estratégia e qualidade, não só pelo preço. Um especialista pode ajudar a definir esse escopo com base no seu objetivo e a montar uma presença nas redes que tenha propósito e resultado, em vez de só encher o feed. Assim, você investe no que faz sentido e evita tanto o pacote barato sem estratégia quanto pagar por mais do que precisa.