Avaliação em 6 dimensões do seu negócio. Resultado personalizado com Inteligência Artificial — score por área, gargalos reais e roadmap de 90 dias.
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Antes de investir em anúncio, em SEO ou em qualquer ferramenta nova, existe uma pergunta que quase ninguém para para responder: o que, exatamente, está travando o crescimento do meu negócio hoje? A ferramenta acima responde isso em menos de 3 minutos, atribuindo um score a seis áreas do seu marketing. Este guia explica o que cada uma dessas áreas significa, como avaliá-la por conta própria e — o mais importante — o que fazer com o resultado.
A lógica por trás do diagnóstico é a mesma que orienta todo bom trabalho de marketing: tráfego sem estrutura é desperdício. Não adianta atrair mil visitantes se o site não converte, nem ranquear no Google se o negócio não retém o cliente que conquistou. Por isso o marketing é avaliado como um sistema, não como uma lista de táticas soltas. As seis dimensões — Presença, Conteúdo, Aquisição, Conversão, Retenção e Estratégia — cobrem o caminho completo, do momento em que alguém descobre o seu negócio até o momento em que ele volta a comprar e indica.
O valor do diagnóstico não está no número em si, e sim no que ele revela sobre o seu ponto mais fraco. Um negócio cresce na velocidade do seu maior gargalo, não da sua maior força. De nada adianta ter o melhor conteúdo do mercado (Conteúdo nota 90) se ninguém vira cliente depois de entrar em contato (Conversão nota 30). Identificar esse elo mais fraco é o que transforma esforço espalhado em prioridade clara.
A reação mais comum de quem sente que o digital "não está funcionando" é gastar mais: subir a verba do anúncio, contratar mais um freelancer, abrir mais uma rede social. O problema é que jogar recurso em cima de uma causa que você não conhece costuma ampliar o vazamento, não tapá-lo. Se o seu gargalo é conversão, dobrar o investimento em tráfego só vai te trazer o dobro de leads que você já não consegue transformar em cliente.
Diagnosticar é o passo que inverte essa ordem: primeiro entender onde está o gargalo, depois agir sobre ele. É a diferença entre um médico que pede exames antes de receitar e outro que sai prescrevendo remédio pelo sintoma. Leva poucos minutos e economiza meses de investimento mal direcionado. As seções abaixo destrincham cada uma das seis dimensões para você fazer essa leitura com clareza.
Para cada dimensão, veja o que ela mede, por que importa, como avaliá-la sozinho e qual costuma ser o primeiro passo quando ela está fraca.
Presença é o quanto o seu negócio existe e é encontrável online: site próprio, perfil no Google (o antigo Google Meu Negócio, hoje Perfil da Empresa), redes sociais e a consistência das informações entre todos eles. É a fundação de tudo — sem presença, não há o que otimizar.
Importa porque é o primeiro filtro. Quando alguém ouve falar de você e procura no Google, o que aparece? Se a resposta é "nada", "uma página desatualizada" ou "informações divergentes", você perde o cliente antes mesmo de competir. Para negócio local, o Perfil da Empresa no Google costuma ser o ativo de maior retorno e menor custo que existe.
Para se avaliar: você tem um site próprio (e não só um Instagram)? Ele carrega rápido no celular? Seu perfil no Google está completo, com fotos, horário e categoria certa? Nome, endereço e telefone batem em todos os canais? Você aparece quando busca pelo seu serviço somado à sua cidade? O gargalo clássico aqui é depender só de uma rede social — que você não controla e pode perder amanhã — ou ter site, mas invisível por falta de SEO local básico.
Primeiro passo: garantir um destino próprio (site ou landing page) e configurar/otimizar o Perfil da Empresa no Google.
Conteúdo é tudo o que você publica para atrair e educar seu público — posts, artigos, vídeos, páginas de serviço — e, principalmente, o quanto esse material responde às dúvidas reais de quem você quer alcançar. A dimensão mede relevância e consistência, não volume pelo volume.
Importa porque conteúdo é o combustível tanto do SEO quanto das redes. É ele que faz o Google entender do que você trata (e ranquear suas páginas) e que mantém sua marca presente na cabeça de quem ainda não está pronto para comprar. Sem conteúdo, você só existe para quem já te procura pelo nome — ou seja, você não cresce, apenas atende a demanda que já tinha.
Para se avaliar: você publica com regularidade ou some por semanas? O conteúdo responde a perguntas que seu cliente realmente faz, ou só fala de você? Você tem páginas específicas para cada serviço, ou está tudo jogado numa home genérica? Seu conteúdo gera contato, ou só curtida? O gargalo mais comum é produzir muito conteúdo de "engajamento" que não traz cliente e nenhum conteúdo que capture quem está pronto para comprar.
Primeiro passo: mapear as 10 perguntas que seus clientes mais fazem e transformar cada uma em uma página ou em um post — esse é o conteúdo que atrai e converte ao mesmo tempo.
Aquisição é como gente nova descobre o seu negócio: tráfego orgânico (SEO), tráfego pago (Google Ads, Meta Ads), redes sociais e indicação. A dimensão mede a previsibilidade e a diversidade dos seus canais de entrada e o volume de leads que eles geram.
É o motor do crescimento. Um negócio que depende 100% de indicação cresce no limite da sorte; um que domina canais previsíveis decide quando acelerar. Aquisição saudável é ter mais de uma fonte de leads funcionando ao mesmo tempo — para não quebrar quando uma delas oscila, como sempre acontece.
Para se avaliar: quantos leads novos pelo digital você recebe por mês — e sabe esse número de cabeça? De onde eles vêm? Se o canal principal parasse amanhã, o que aconteceria com o seu caixa? Você roda anúncios? Eles têm rastreamento configurado (pixel e tag) ou você apenas "acha" que funcionam? O gargalo típico é depender de um único canal, rodar anúncio sem rastreamento (não dá para otimizar o que não se mede) ou perseguir cliques e alcance em vez de leads e vendas. Se está começando agora, vale entender como funciona o tráfego pago e qual canal faz sentido para o seu caso.
Primeiro passo: instalar o rastreamento (pixel mais Google Tag) antes de escalar qualquer verba, e abrir um segundo canal para reduzir a dependência de um só.
Conversão é o quanto dos contatos que chegam viram cliente — a taxa de lead para venda — e tudo que influencia isso: a clareza da oferta, a página de destino, a velocidade e a qualidade do atendimento, o follow-up. É onde a maioria dos negócios perde dinheiro sem perceber.
É o multiplicador de todo o resto. Dobrar a taxa de conversão tem o mesmo efeito que dobrar a verba de anúncio — só que de graça. É também o gargalo mais comum que encontro: a empresa investe para atrair, atrai, e perde o lead no atendimento lento, na proposta confusa ou na simples ausência de follow-up.
Para se avaliar: de cada 10 leads, quantos viram clientes — você sabe? Quanto tempo passa entre o lead chegar e alguém responder? Sua página de destino deixa claro o próximo passo, ou só "fala bonito"? Você tem follow-up para quem não respondeu de primeira, ou desiste no primeiro silêncio? O gargalo clássico é tratar conversão como sorte, demorar horas (ou dias) para responder um lead quente e mandar todo o tráfego para uma home genérica em vez de uma página feita para converter. Estruturar bem o funil de vendas é o que organiza essa etapa.
Primeiro passo: medir a taxa atual e atacar o tempo de resposta — responder lead em minutos, não em horas, costuma ser o ajuste de maior impacto e menor custo que existe.
Retenção é o quanto seus clientes voltam, continuam comprando e indicam. A dimensão mede a saúde do relacionamento depois da primeira venda: recompra, fidelização, pós-venda e indicação.
É a área mais ignorada e uma das mais lucrativas. Conquistar cliente novo custa muito mais do que manter um existente, e cliente satisfeito que indica reduz seu custo de aquisição a quase zero. Negócios que só pensam em atrair — e nunca em reter — vivem correndo atrás, gastando cada vez mais para repor quem foi embora pela porta dos fundos.
Para se avaliar: que porcentagem da sua receita vem de clientes que já compraram antes? Você faz pós-venda, ou some assim que o dinheiro entra? Pede indicação de forma sistemática, ou espera ela cair do céu? Tem alguma forma de trazer o cliente de volta (oferta, lembrete, programa de fidelidade)? O gargalo comum é tratar a venda como evento único, não ter nenhum contato após a entrega e depender de indicação sem nunca pedir.
Primeiro passo: criar um pós-venda simples — um contato no WhatsApp alguns dias após a entrega — e pedir indicação no momento de maior satisfação do cliente.
Estratégia é a camada que dá sentido a todas as outras: você sabe quem é seu cliente ideal, qual é o seu posicionamento, o seu ticket médio, o seu alcance geográfico, e mede os números que importam? É a diferença entre fazer marketing com direção e fazer por impulso.
Sem estratégia, as outras cinco dimensões viram esforço desconexo. Você pode ter presença, conteúdo e tráfego e ainda assim crescer pouco, porque atrai o público errado, comunica a oferta errada ou não sabe quais números acompanhar. Estratégia é o que garante que todo o esforço aponte para o lugar certo.
Para se avaliar: você consegue descrever seu cliente ideal em uma frase (quem é, o que quer, o que o impede de comprar)? Sabe o seu ticket médio e o seu custo de aquisição? Sabe dizer qual canal traz o cliente mais rentável? Toma decisão olhando número, ou no feeling? O gargalo típico é querer "vender para todo mundo", não conhecer os próprios números e copiar o concorrente sem entender o contexto dele. Quando esse é o ponto fraco, uma conversa de diagnóstico estratégico costuma destravar mais do que qualquer tática isolada.
Primeiro passo: definir o cliente ideal e escolher os três números que você vai acompanhar toda semana — sem isso, otimizar as outras dimensões é tiro no escuro.
O diagnóstico entrega um score geral de 0 a 100 e uma nota para cada dimensão. O número geral te situa numa faixa — de iniciante a avançado, passando por estágios como "em desenvolvimento" e "intermediário" —, mas é a leitura por dimensão que vale ouro.
Procure a menor nota. Ela é, quase sempre, o seu gargalo: a dimensão que está segurando o resultado de todas as outras. Se "Aquisição" aparece em 30 e o resto está acima de 60, atrair mais (e melhor) é a prioridade óbvia; investir em retenção nesse momento seria polir algo que já está bom enquanto o problema real continua intacto.
Cuidado com o efeito de compensação. Um score geral "intermediário" pode esconder uma dimensão crítica. Um 62 no geral, com 30 em conversão, não é um negócio mediano — é um negócio que perde a maior parte do que conquista. A média engana; a distribuição entre as áreas, não. Por isso o resultado mostra a nota separada de cada dimensão, e não só o total.
Use o bloco de "o que funciona / o que trava" como um mapa de prioridade, não como crítica. O que trava hoje é exatamente onde está o maior ganho disponível com o menor esforço. E lembre: score não é nota de prova, é a foto do seu momento. Ele existe para apontar o próximo passo, não para te rotular.
Imagine um resultado como o da prévia que aparece no topo desta página: um score geral de 62, classificado como "intermediário, em desenvolvimento", com as seis dimensões assim — Presença 45, Conteúdo 70, Aquisição 30, Conversão 60, Retenção 80 e Estratégia 55. À primeira vista, 62 parece um negócio "mais ou menos". A leitura por dimensão conta outra história.
A primeira coisa a fazer é ignorar a média e procurar o menor número. Aqui ele salta aos olhos: Aquisição 30. Esse é o gargalo. O negócio tem ótima retenção (80) — os clientes voltam e indicam — e conteúdo razoável (70), mas entra pouca gente nova pela porta. Em uma frase: ele segura muito bem quem chega, só que chega pouca gente. Toda a energia dos próximos 90 dias deveria ir para aquisição: abrir e medir canais, instalar rastreamento, talvez começar tráfego pago com uma oferta clara.
Repare no contraste com a Presença (45), o segundo ponto mais fraco. É tentador "arrumar tudo de uma vez", mas presença e aquisição estão ligadas — muitas vezes melhorar a presença (um site melhor, o Perfil da Empresa otimizado) já destrava parte da aquisição orgânica. A ordem natural, então, seria presença e aquisição primeiro, porque é onde o sistema está mais estrangulado.
Agora veja o que não faria sentido. Investir em retenção (80) seria polir o que já é o ponto mais forte: esforço com retorno baixo, porque não é ali que está o problema. Da mesma forma, despejar verba em mais conteúdo (já em 70) sem resolver a aquisição seria produzir material que pouca gente nova vai ver. A nota alta numa dimensão é um sinal de "isso aqui pode esperar", não de "vamos caprichar ainda mais".
Esse é exatamente o raciocínio que o diagnóstico automatiza para o seu caso real: somar as suas respostas em cada dimensão, achar o elo mais fraco e montar um roadmap que ataca os gargalos na ordem certa. O número geral serve para você se situar e medir a evolução ao longo do tempo; a distribuição entre as seis áreas serve para decidir o que fazer na segunda-feira de manhã.
As seis dimensões valem para qualquer negócio, mas o peso de cada uma muda conforme o modelo. Entender isso evita que você priorize uma área que, no seu caso específico, importa menos.
Para um negócio local de serviço — clínica, mecânica, escritório, salão —, Presença e Conversão costumam pesar mais. O cliente busca no Google, compara dois ou três resultados e decide rápido; aparecer bem no Perfil da Empresa e responder na hora vale mais do que ter um blog enorme. Aquisição, aqui, é muito sobre SEO local e tráfego pago segmentado por raio.
Para um e-commerce, Aquisição e Retenção ganham peso. Como o ticket costuma ser menor e a recompra é o que sustenta a margem, atrair tráfego qualificado de forma constante e fazer o cliente voltar (e-mail, remarketing, fidelidade) define o resultado. Conversão também é crítica, porque cada ponto na taxa se multiplica sobre um volume grande.
Para um negócio B2B ou de ticket alto — consultorias, serviços especializados, vendas complexas —, Conteúdo e Estratégia puxam a fila. O ciclo de decisão é longo, o cliente pesquisa muito antes de falar com você, e conteúdo que educa e gera autoridade é o que aquece o lead. A conversão acontece mais na relação do que numa página, então o follow-up estruturado importa tanto quanto a própria página.
Para quem trabalha com afiliados ou infoprodutos, Aquisição e Conversão dominam: é um jogo de volume de tráfego e de página que converte, com menos peso em presença institucional. Em todos os casos, porém, a regra do gargalo continua valendo — o peso indica onde olhar primeiro, mas a dimensão mais fraca, mesmo que "menos importante" no papel, ainda pode ser o que está te segurando. O diagnóstico já leva o seu segmento em conta ao gerar o resultado.
O diagnóstico fecha com um roadmap de 90 dias — e essa janela não é por acaso. Noventa dias é tempo suficiente para corrigir o gargalo principal e começar a ver efeito, e curto o bastante para manter o foco. Plano de "um ano" vira gaveta; plano de 90 dias vira execução.
A sequência certa segue o gargalo, não a vontade. Comece pela dimensão de menor nota, porque é por ali que o sistema está vazando. Resolva-a até um nível "bom o suficiente", meça o efeito e só então passe para a próxima mais fraca. Atacar as seis ao mesmo tempo é a receita mais confiável para não terminar nenhuma.
Pense em ciclos curtos: definir uma hipótese ("responder leads em até 10 minutos aumenta a conversão"), implementar, medir por algumas semanas e ajustar. O marketing previsível não nasce de uma grande tacada — nasce desse loop repetido de hipótese, medição e correção.
Tenha expectativa realista sobre o tempo de cada ganho. Presença e conversão costumam dar efeito rápido, em semanas; SEO e retenção se acumulam ao longo de meses. Um bom roadmap mistura vitórias rápidas (para gerar caixa e ânimo) com construção de ativo (para sustentar o crescimento no longo prazo).
Tratar o sintoma, não a causa. "Minhas vendas caíram" não é o problema — é o sintoma. A causa pode estar em qualquer uma das seis dimensões, e atacar o sintoma ("mais anúncio!") sem encontrar a causa só queima dinheiro mais rápido.
Investir na força, não no gargalo. É natural querer melhorar o que já é bom: dá menos trabalho e mais prazer. Mas o crescimento vem de destravar o elo fraco. Quem já tem ótimo conteúdo não cresce escrevendo mais — cresce consertando a conversão ou a retenção.
Confiar em métrica de vaidade. Seguidor, curtida e alcance fazem bem ao ego e pouco ao caixa. As métricas que importam são as que se conectam à receita: leads, taxa de conversão, custo de aquisição e recompra.
Copiar o concorrente sem contexto. O que funciona para ele pode depender de uma estrutura, de um orçamento ou de um posicionamento que você não tem. Diagnóstico bom é sobre o seu negócio, não sobre imitar o vizinho.
Diagnosticar uma vez e parar. Marketing é dinâmico. O gargalo de hoje, uma vez resolvido, dá lugar a outro. Refazer o diagnóstico a cada poucos meses mantém o foco sempre no ponto certo.
Para deixar claro: este diagnóstico é uma ferramenta de orientação, não um laudo definitivo. Ele se baseia nas respostas que você dá sobre o próprio negócio, então a qualidade do resultado depende da honestidade da autoavaliação. Ele aponta a direção certa — onde está o gargalo e por onde começar —, mas não substitui uma análise técnica detalhada do seu site, das suas campanhas e dos seus dados reais de tráfego e vendas.
Pense nele como um bom mapa, não como o GPS que te guia curva a curva. Ele diz para que lado seguir e qual é o próximo marco; o detalhamento de cada passo — quais palavras-chave atacar, como estruturar a campanha, o que ajustar na página — vem depois, na execução. É por isso que o roadmap é um ponto de partida, e a conversa de 30 minutos existe para aterrissar tudo no seu caso concreto.
Sim. É gratuito e o resultado aparece direto na tela, sem necessidade de cadastro ou e-mail para ver as notas. Você só informa um contato se quiser receber uma análise adicional, e isso é opcional.
Em torno de 3 minutos. São perguntas objetivas sobre o seu negócio e seus números atuais, e não é preciso preparar nada antes.
Sim. As seis dimensões valem para qualquer negócio que precise de clientes — serviço, comércio, e-commerce, profissional liberal, negócio local ou nacional. O que muda é o peso de cada dimensão, e o resultado já considera o contexto que você informa.
A IA organiza e interpreta as suas respostas para gerar um diagnóstico personalizado e um roadmap, em vez de um texto genérico. É um ponto de partida de alta qualidade para clarear prioridades e direção — não um substituto de uma análise humana aprofundada do seu caso.
Comece pela dimensão de menor nota e siga o roadmap de 90 dias. Se quiser executar com acompanhamento, o resultado já serve de base para uma conversa de 30 minutos sobre o seu caso.
Não para responder: você consegue o resultado de qualquer forma. Mas se ainda não tem um destino próprio, é provável que a dimensão Presença apareça como um dos seus gargalos, justamente por isso.
A cada dois ou três meses, ou sempre que implementar uma mudança relevante. Comparar os scores ao longo do tempo mostra o que está evoluindo e qual é o novo gargalo.
Sim. O diagnóstico e as estratégias são aplicáveis a qualquer cidade, e o atendimento pode ser feito de forma remota.
As suas respostas geram o resultado na hora. Se você optar por deixar um contato para receber a análise adicional, ele é usado apenas para esse retorno. Você também pode fazer o diagnóstico sem informar contato algum e ainda ver todas as notas. Para detalhes de como os dados são tratados, consulte a Política de Privacidade.
Não. Ele substitui o "achismo" sobre por onde começar, que é o que costuma travar a maioria. Uma consultoria entra depois, para executar e aprofundar — usar o diagnóstico como base apenas torna essa conversa mais rápida e objetiva, porque o gargalo já está mapeado.
Pode. Cada negócio tem um sistema próprio, com gargalos diferentes, então vale rodar um diagnóstico separado para cada um. Comparar os resultados entre negócios da mesma pessoa costuma revelar padrões úteis — uma dificuldade recorrente em conversão, por exemplo.
Não. As perguntas são em linguagem simples, sobre o dia a dia do seu negócio e seus números. O resultado é explicado de forma direta, com o que fazer em cada área — pensado justamente para quem não é especialista.
Um diagnóstico só vale pelo que vem depois dele. O erro mais comum é fazer a avaliação, concordar com o resultado e... não mudar nada. Para evitar isso, transforme o seu menor score em uma única meta concreta para os próximos 30 dias — não cinco metas, uma. Se o gargalo é aquisição, a meta pode ser "instalar o rastreamento e colocar uma campanha no ar"; se é conversão, "responder todo lead em até 10 minutos e criar uma página de destino dedicada".
Depois, defina como vai medir. Sem um número de partida (a famosa linha de base), você não sabe se melhorou. Anote hoje quantos leads entram, qual é a sua taxa de conversão e de onde vêm os clientes; daqui a um mês, compare. É essa comparação — e não a sensação de estar "fazendo marketing" — que mostra se a agulha realmente mexeu.
E se em algum ponto travar, peça ajuda no item certo. Saber qual é o gargalo já é metade do caminho: a conversa deixa de ser "meu marketing não funciona" (vago, difícil de resolver) e passa a ser "minha conversão está em 30%, como subir isso" (específico e acionável). O botão de diagnóstico no topo é o ponto de partida; o resto é execução, uma dimensão de cada vez.