Seu Site Trabalha Três Dias por Ano
Aqui o calendário comercial gira em torno de feira. É onde o comprador aparece, onde a coleção é apresentada e onde o relacionamento começa. O problema é que o site foi construído como um cartão de visita para esses três dias — e fica parado nos outros trezentos e sessenta.
A Decisão Não Acontece no Estande
O comprador passa, olha, conversa, pega material e vai embora. Ele não fecha ali — visita dezenas de fornecedores no mesmo dia e leva tudo para decidir depois, semanas mais tarde, sentado no escritório dele.
E o que ele faz nesse momento é procurar você na internet. Se encontra um site que repete o que estava no folder, você não avança. Se encontra ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção e política de entrega, você fica na lista curta. É aí que a feira se converte em pedido, e quase ninguém prepara o site para essa hora.
Quem Não Foi à Feira Também Compra
Todo ano existe uma quantidade grande de lojista e comprador que não conseguiu ir — por custo, por agenda, por estar começando. Essa pessoa precisa encontrar fornecedor de algum jeito, e o jeito é pesquisar.
É uma demanda que existe o ano inteiro, com concorrência baixíssima, porque o setor daqui concentrou décadas de esforço comercial em presença física. Quem constrói presença de busca captura um comprador que os concorrentes nem sabem que existe.
A Coleção Tem Calendário e o Site Não Acompanha
Quem trabalha com coleção vive de antecedência: o comprador decide o verão no inverno e o inverno no verão. É um ciclo rígido, conhecido por todos do setor e quase nunca refletido no site.
O efeito prático é grave. Site que só é atualizado quando a coleção chega às lojas comunica quando a decisão já foi tomada. Publicar com a antecedência do comprador — e não com a do consumidor final — é a diferença entre entrar na cotação e ficar sabendo dela depois.
Você Não Sabe o que Trouxe Cada Cliente
Muita empresa investe em anúncio sem saber qual página gerou qual contato. Sem isso não dá para decidir nada: se vale aumentar a verba, se o problema está no anúncio ou na página, se aquele dinheiro voltou.
Aqui a medição responde uma pergunta que o setor nunca conseguiu responder: quanto do faturamento veio da feira e quanto veio de gente que chegou sozinha. Sem esse número, a empresa segue investindo tudo no evento por tradição, sem saber o que cada canal realmente entrega.
Um Site Feito para a Realidade de Quem Vende Aqui
Uma cidade com tradição industrial de mais de um século, uma cadeia produtiva longa e um comércio que atende toda a região — com a economia reorganizada nas últimas décadas de um jeito que o site da maioria das empresas ainda não conta.
Se Você Fabrica Calçado, Componente ou Trabalha com Couro
Solado, palmilha, cabedal, forma, fivela, aviamento, curtume, máquina, corte, montagem, acabamento. O seu comprador é lojista, marca, indústria ou distribuidor — e todos decidem por conta, prazo e regularidade.
O site é o que sustenta a conversa da feira
Ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção, grade, política de entrega, capacidade mensal. É o que o comprador vai procurar semanas depois de te conhecer, quando estiver decidindo — e o que decide se você fica na lista curta ou some junto com o folder.
E é o que traz quem nunca te viu
Quem não foi à feira pesquisa por produto, componente ou processo. Como quase todo o setor apostou só na presença física, essas buscas têm concorrência baixíssima — e quem as ocupa colhe um comprador que nem estava disputado.
Se a Sua Empresa Mudou nos Últimos Anos
O setor passou por uma reorganização profunda, e as empresas que seguem fortes quase sempre mudaram para isso: passaram a atender nicho, viraram fornecedoras de marca, migraram para produto técnico, encurtaram lote, aceleraram prazo, começaram a exportar de outra forma.
É uma história de competência e adaptação — e é justamente a que quase nenhum site conta. Encontro com frequência página que descreve a empresa de vinte anos atrás, com foto de galpão e texto sobre tradição, enquanto a operação atual faz algo bem mais sofisticado e valioso.
Corrigir isso não é maquiagem: é deixar de ser confundido com o que você não é mais. Comprador que abre um site desatualizado assume que a empresa parou no tempo, e vai procurar outro fornecedor sem nunca perguntar. Contar a operação de hoje, com números de hoje, costuma reposicionar o negócio inteiro sem custo nenhum de estrutura.
Se Você Presta Serviço para a Cadeia
Modelagem, desenvolvimento de produto, matrizaria, laboratório, consultoria técnica, representação comercial, logística especializada, manutenção de máquina. É uma camada de serviço que a cidade construiu ao longo de décadas e que raramente aparece na busca.
Aqui o cliente é a própria indústria, e ele avalia por competência específica: que tipo de produto você já desenvolveu, com que equipamento trabalha, qual o prazo de entrega de uma amostra, se atende lote pequeno. É informação técnica que qualifica antes do contato e que nenhum concorrente publica.
Vale também dizer se você atende empresa de fora da região. Muita marca de outros estados procura exatamente essa competência acumulada no Vale, e não encontra ninguém porque o setor inteiro comunica como se atendesse apenas o vizinho.
Se Você Atende o Vale dos Sinos
São Leopoldo, Campo Bom, Estância Velha, Sapiranga, Dois Irmãos, Ivoti e Portão formam com Novo Hamburgo uma cadeia produtiva contínua, onde as empresas compram e vendem entre si o tempo todo.
Quem procura nessas cidades pesquisa pelo nome delas. Se o seu site menciona apenas a sede, você some para vizinhos que estão a quinze minutos e podem ser cliente ou fornecedor. Numa cadeia tão integrada, isso é perder negócio dentro de casa.
Se Você Atende o Comércio e o Consumidor Local
Loja, alimentação, saúde, beleza, serviço, reforma. A cidade tem população numerosa, comércio consolidado e um centro que atende também as vizinhas menores.
Para esse perfil, o que decide é a busca por proximidade, disputada principalmente na parte do mapa. Um negócio que investe só no site, sem cuidar do perfil de empresa no Google, deixa de aparecer justamente onde a decisão acontece. Site e perfil precisam sair coerentes — mesmo nome, endereço, telefone e categorias.
Se Você Vende Direto ao Consumidor
Fabricante que abriu loja própria, outlet, venda de fábrica, marca própria online. É um movimento comum aqui e exige uma mudança de linguagem que muita empresa subestima.
O consumidor final não quer saber de pedido mínimo nem de capacidade mensal — quer numeração, medida, conforto, material, troca, prazo de entrega e se serve para o pé dele. É praticamente outro site, com outro vocabulário, e tentar atender os dois públicos na mesma página costuma resultar em não atender nenhum bem.
A saída é separar as áreas com clareza: uma parte para quem compra para revender, outra para quem compra para usar. Elas podem conviver no mesmo domínio, desde que cada uma responda ao que o seu público realmente pergunta.
Quem Já Investiu uma Vez e Não Viu Retorno
Encontro muita empresa aqui que já pagou por um site, não viu resultado e concluiu que aquilo não funciona para o ramo dela. É uma conclusão razoável a partir da experiência que teve — e quase sempre errada sobre a causa.
Neste setor, três padrões explicam quase tudo. Site construído como folder eletrônico, que repete o material da feira e não acrescenta a informação comercial que fecha o pedido. Página que descreve a operação de vinte anos atrás, fazendo o comprador assumir que a empresa parou. E ausência total de medição, que impede saber se o canal funciona ou não.
Nenhum dos três exige reconstruir. São conteúdo e configuração. Já devolvi site dado como perdido funcionando por uma fração do custo de um novo, e digo isso com franqueza mesmo sabendo que um projeto do zero me renderia mais.
O Site Como Extensão da Feira, Não Como Substituto
Vale desenvolver isso porque é a mudança de mentalidade mais rentável para uma empresa daqui, e ela não exige abandonar nada do que já funciona.
A feira continua sendo insubstituível: é onde o comprador toca o produto, sente o material e conhece quem está por trás. Nada online reproduz isso. O erro não é investir nela — é deixar o trabalho morrer quando o evento acaba.
Na prática, o site tem três funções ao longo do ano. Antes: fazer com que quem vai à feira chegue sabendo que você existe e queira passar no seu estande. Depois: sustentar a decisão que acontece semanas mais tarde, com toda a informação comercial que o comprador precisa para pedir. E no intervalo: capturar quem não foi e está procurando fornecedor por conta própria.
Nenhuma dessas três coisas compete com a feira. Todas ampliam o retorno do que você já gasta com ela — e é por isso que essa costuma ser a conversa mais produtiva que eu tenho com empresa deste setor.
Tudo que Está Incluído no Seu Site
Sem item opcional cobrado depois. É o conjunto mínimo para um site funcionar aqui — e é o que costuma faltar nos orçamentos mais baratos que você vai receber.
A Informação que Fecha o Pedido Depois
Ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção, grade e política de entrega. É o que o comprador procura semanas após a feira, quando decide de verdade — e o que separa quem fica na lista curta.
Calendário de Coleção na Estratégia
Publicação alinhada à antecedência do comprador, não à do consumidor final. Quem atualiza quando a coleção chega à loja comunica depois que a decisão já foi tomada.
A Sua Operação de Hoje, Não a de Vinte Anos Atrás
Nicho atendido, capacidade atual, lote mínimo, prazo real, certificações. Comprador que abre site desatualizado assume que a empresa parou no tempo — e procura outro sem perguntar.
Abre Rápido em Qualquer Aparelho
Imagens comprimidas, carregamento inteligente e código enxuto — importa quando o comprador abre seu site no corredor da feira ou no aeroporto. Dá para conferir o seu hoje pelo PageSpeed Insights, gratuito.
Medição que Separa Feira de Busca
Rastreamento de contato e formulários testado na entrega, mostrando quanto do contato veio de evento e quanto de gente que chegou sozinha. O número que o setor nunca teve. Deixo o Search Console ligado também.
Tudo no Seu Nome, com Manual
Domínio, hospedagem, painel e contas ficam com você, o domínio registrado no seu CNPJ pelo Registro.br, com um passo a passo do que muda com frequência. Sem amarração de nenhum tipo.
De 48 Horas a 10 Dias — e o que Define Cada Prazo
Aqui o cronograma tem uma âncora clara: a próxima feira. E a conta que interessa não é quando o site fica pronto, é quanto tempo antes do evento ele precisa estar no ar.
Página de captação
Pronta em 48 horas
- Uma página, focada numa linha, coleção ou público
- Boa para pegar uma feira que está chegando
- Serve de destino para anúncio começando agora
- Contato e medição funcionando na entrega
Site completo da empresa
Pronto em 5 a 7 dias
- Início, sobre, contato e uma página por linha ou serviço
- Ficha técnica, pedido mínimo e prazo explicitados
- A operação atual da empresa, com números de hoje
- Cidades do Vale dos Sinos na estrutura
Catálogo ou loja virtual
Pronto em até 10 dias
- Catálogo com grade, numeração, cor, busca e filtros
- Pagamento, cálculo de frete e finalização de compra
- Integração com estoque ou sistema que você já usa
- Áreas separadas para revenda e consumidor final
Conte de Trás para Frente a Partir da Próxima Feira
Se você quer que o comprador chegue ao evento já conhecendo a empresa, o conteúdo precisa estar no ar meses antes — o Google leva esse tempo para posicionar página nova. E se a feira já está próxima, dá para preparar a parte que sustenta a decisão de depois, que é onde o pedido realmente se fecha. Me diz qual é a sua próxima e eu faço a conta com você.
Saber meu prazoO que Já Resolvi em Negócios como o Seu
Não posso citar nomes por acordo de confidencialidade, mas conto o que aconteceu: o problema encontrado, a decisão tomada e o que mudou. Escolhi os que mais se parecem com indústria, catálogo e venda no atacado.
Aparecia Bem e Atraía a Pessoa Errada
Tráfego orgânico saudável e comercial insatisfeito. O site trazia volume, mas de consumidor final quando o negócio vendia no atacado. Reposicionamos o conteúdo para as buscas de quem compra para revender: as visitas caíram e a qualidade do contato subiu bastante. É o problema mais comum de fabricante que abre loja e mistura os dois públicos. Ver o projeto.
Loja com Bom Produto e Crescimento Travado
Tráfego razoável, produto competitivo e venda estagnada. O gargalo estava nas páginas de categoria — a maior porta de entrada de qualquer catálogo online, e estavam mal construídas. Corrigir isso destravou o canal inteiro, sem mexer em preço nem em campanha. Diagnóstico frequente em quem trabalha com grade e numeração. Ver o projeto.
O Site Existia Só para Existir
Empresa com site bonito, institucional e comercialmente inútil — servia para dizer que estava na internet e mais nada. Reconstruímos com páginas por serviço, conteúdo que qualifica e medição que mostra o que funciona. Sair da peça de apresentação e virar documento consultável é exatamente o que uma indústria com décadas de história precisa. Ver o projeto.
Serviço Excelente e Ninguém Entendia Qual Era
Empresa de engenharia com trabalho de qualidade e um site que ninguém decifrava. O visitante não identificava em trinta segundos o que ela fazia nem para que porte de cliente. Reorganizamos por tipo de serviço e por problema resolvido, em vez de por estrutura interna. Erro clássico de quem escreve olhando para dentro. Ver o projeto.
Anos de Conteúdo e Nenhum Resultado
Empresa publicando com frequência e sem retorno nenhum. Não faltava material — faltava organização: páginas competindo entre si pelo mesmo assunto, sem hierarquia clara. Reestruturar destravou o desempenho sem produzir uma linha nova. Ver o projeto.
Competindo com Plataforma Gigante e Perdendo
Empresa local disputando as buscas mais óbvias com portais nacionais que dominam o topo. A saída foi abandonar o termo amplo e construir relevância nas buscas específicas, onde a plataforma é rasa e quem produz tem informação que ela não tem. Caminho de quem compete com marketplace. Ver o projeto.
Enterrado Além da Décima Página
Site com anos de existência, conteúdo publicado e invisível para praticamente tudo. Não foi uma mudança única que resolveu: corrigimos a base técnica, reorganizamos a estrutura e demos intenção clara a cada página. É o projeto que mais se parece com a situação da empresa que tem nome no setor há décadas e simplesmente não aparece na busca. Ver o projeto. Ao todo são 43 projetos documentados em mais de vinte segmentos. Ver todos.
Que Tipo de Site o Seu Negócio Precisa
Escolher o formato errado é o erro mais caro do projeto. Aqui ele começa numa pergunta: quem compra de você revende ou usa?
Você Vende para Lojista ou Marca
Ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção, grade e capacidade. É o que o comprador procura semanas depois da feira, quando decide — e o que faz você ficar na lista curta em vez de sumir com o folder.
Você Vende ao Consumidor Final
Numeração, medida, material, conforto, troca e prazo de entrega. Outro vocabulário e praticamente outro site — misturar com a área de atacado costuma resultar em não atender bem nenhum dos dois.
Sua Empresa Mudou e o Site Não
Nicho atendido hoje, capacidade atual, lote e prazo reais. Deixar de ser confundido com a operação de vinte anos atrás costuma reposicionar o negócio sem custo nenhum de estrutura.
Você Atende o Vale ou o Comércio Local
São Leopoldo, Campo Bom, Estância Velha e Sapiranga com contexto real, e perfil no Google alinhado ao site. Numa cadeia integrada, o vizinho de quinze minutos pode ser cliente ou fornecedor.
Se você atende mais de um desses perfis, a saída é separar as áreas do site. E se hoje o seu esforço comercial é todo em feira, vale medir quanto do faturamento já chega sozinho — a resposta costuma justificar sozinha o investimento em busca.
Do Primeiro Contato até o Site no Ar
Quatro etapas, sem burocracia e sem reunião que não leva a lugar nenhum. Você acompanha em qual delas o projeto está o tempo inteiro.
Mapear o Seu Calendário Comercial
Quais feiras importam, quando o comprador decide a coleção, quanto do faturamento vem de evento e quanto chega sozinho. Essa conversa define o cronograma inteiro — e costuma revelar que a empresa nunca separou esses números.
Definir as Páginas e Você Aprovar
Listo quais páginas existem, o que cada uma responde e qual ação pede. Aqui fica decidido se haverá área separada para revenda e consumidor final, e quanto espaço a informação comercial vai ocupar. Aprovado antes de qualquer desenho.
Levantar o Comercial e Escrever
Ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção, capacidade, política de entrega. Nada disso costuma estar escrito — está com quem vende e com quem produz. Converso com os dois, porque as respostas raramente coincidem.
Testar, Publicar e Entregar
Conferência em aparelho real, teste de velocidade, medição validada e envio ao Google. Você recebe os acessos, o manual e uma conversa mostrando onde ver quanto do contato veio de feira e quanto de busca.
O que Esperar nos Primeiros Meses
Aqui a leitura tem uma particularidade: o ciclo de coleção é longo, e avaliar o site pelo mês corrente engana quase sempre.
A Busca Local Responde Primeiro
Quem procura perto de você aparece cedo, principalmente com o perfil do Google bem configurado. É resultado real e parcial — e numa empresa que vende para fora, é a menor parte do potencial.
As Buscas de Produto Vêm Depois
Pesquisas por componente, processo ou tipo de produto levam mais tempo, porque a disputa é nacional. Costumam aparecer entre o terceiro e o quinto mês — e trazem comprador de ticket bem maior.
Compare Coleção com Coleção
Não compare com o mês anterior, que não diz nada num negócio de ciclo. Compare o mesmo período do ciclo anterior. E observe o contato pós-feira: se ele aumentou, o site está fazendo o trabalho que ninguém fazia.
O que Vale Acompanhar
Contatos por origem (feira ou busca), por estado e por página de entrada. O primeiro é o número que o setor nunca teve e o que mais muda decisão de investimento comercial.
E o de sempre: nenhum site nasce ranqueado. Quem promete primeira posição em trinta dias está vendendo o que não pode entregar. Aqui acrescento um pedido: não avalie o site substituindo a feira. Avalie se o retorno da feira aumentou — porque é isso que ele deve fazer no primeiro ano.
Você Fala Comigo, do Começo ao Fim
Sou consultor, não agência. Quem conversa com você no primeiro contato é quem faz o diagnóstico, monta a estrutura, escreve os textos e entrega o site. Sem atendimento repassando pedido para uma equipe que você nunca conhece.
E deixo claro desde o início: eu não vou sugerir que você troque feira por internet. Feira é onde o comprador toca o produto e conhece quem está por trás, e nada online reproduz isso. O que eu proponho é parar de deixar esse investimento morrer quando o evento acaba — porque a decisão de compra acontece semanas depois, e é aí que quase todo mundo aqui some.
São 20 anos de marketing digital e 43 projetos publicados aqui no site, com o problema, a decisão e o resultado de cada um. Atendo por WhatsApp, chamada de vídeo e e-mail, e viajo quando o projeto justifica. Minha trajetória está na página sobre.
Perguntas Frequentes
Depende do formato, do número de páginas e de quanta informação comercial precisa ser levantada. Me conta pelo WhatsApp o que a sua empresa produz e para quem vende, e eu retorno com o formato certo, o valor real e a data limite para começar mirando a próxima feira.
Para três coisas, e nenhuma delas compete com a feira. Antes: fazer quem vai ao evento chegar sabendo que você existe. Depois: sustentar a decisão, que acontece semanas mais tarde, quando o comprador procura você na internet com o folder na mão. E no intervalo: capturar quem não foi e está procurando fornecedor sozinho. O erro não é investir em feira — é deixar o investimento morrer quando ela acaba.
Exatamente o que não estava no folder: ficha técnica, pedido mínimo, prazo de produção, grade disponível, política de entrega e capacidade mensal. Ele visitou dezenas de fornecedores no mesmo dia e agora está decidindo no escritório. Se encontra só repetição do material impresso, você não avança. Se encontra informação comercial completa, fica na lista curta.
Vale bastante. Muita gente hesita achando que entrega informação ao concorrente — mas o concorrente já sabe. Quem não sabe é o lojista que abriu o site, não conseguiu calcular se cabia no negócio dele e foi embora. E tem um ganho extra: quem entra em contato depois de ler já aceitou as condições, o que encurta a negociação.
Com números de hoje, não com história. Que nicho você atende agora, qual a capacidade atual, qual o lote mínimo, que prazo pratica, que certificações tem. Encontro muito site que descreve a empresa de vinte anos atrás enquanto a operação atual faz algo bem mais sofisticado. Comprador que abre página desatualizada assume que a empresa parou no tempo — e procura outro sem nunca perguntar.
Pode, desde que as áreas sejam bem separadas. São vocabulários diferentes: o lojista quer pedido mínimo e prazo de produção; o consumidor quer numeração, material, conforto e troca. Tentar atender os dois na mesma página costuma resultar em não atender bem nenhum — e é o erro mais comum de fabricante que abriu loja própria.
Meses antes, se o objetivo é que o comprador chegue já conhecendo a empresa — o Google leva esse tempo para posicionar página nova. Se a feira já está próxima, ainda dá para preparar a parte que sustenta a decisão de depois, que é onde o pedido realmente se fecha. As duas frentes têm prazos diferentes e vale conversar sobre qual faz sentido agora.
Dá, quando é uma página só e o conteúdo já existe. Site completo leva de 5 a 7 dias e catálogo até 10. O que costuma estender aqui não é o desenvolvimento: é reunir a informação comercial — pedido mínimo, prazo, capacidade — que ninguém escreveu ainda. Uma tarde com quem vende e quem produz adianta o projeto inteiro.
Precisa. Quem procura nessas cidades pesquisa pelo nome delas, não por "Vale dos Sinos". Numa cadeia produtiva tão integrada, o vizinho de quinze minutos pode ser cliente ou fornecedor — e some do seu alcance se o site menciona apenas a sede. É perder negócio dentro de casa.
Depende, e aqui muitas vezes o maior ganho vem de acrescentar: informação comercial completa e a descrição da operação atual numa base que já está razoável. Já vi site parado destravar com isso. Avalio antes e falo com franqueza qual caminho faz sentido, mesmo quando o menor me rende menos.
Outros Serviços e Cidades
Loja Virtual em Novo Hamburgo
Para quem vai vender online e precisa de catálogo com grade, frete e pagamento funcionando.
Quanto Custa um Site em Novo Hamburgo
O que realmente pesa no orçamento, explicado sem enrolação e sem faixa genérica.
Consultoria de SEO
Para quem já tem site e quer aparecer nas buscas que trazem cliente de verdade.
Auditoria de SEO
Diagnóstico do que está travando o seu site hoje, antes de decidir se vale refazer ou consertar.
Tráfego Pago
Google e Meta Ads estruturados para trazer contato de quem realmente quer contratar.
Os 43 Projetos
Cada um com o problema encontrado, a decisão tomada e o que mudou depois.
Atendo o Rio Grande do Sul e todo o Brasil. Se a sua empresa está em outra cidade, comece pela página dela:
Canoas
Vizinha no corredor metropolitano, com indústria pesada e enorme fluxo de passagem.
Porto Alegre
A capital, com saúde, tecnologia e um mercado que valoriza fornecedor da região.
Caxias do Sul
Serra gaúcha, com metalmecânica e cadeia longa de fornecimento entre empresas.
Gravataí
Polo automotivo da região metropolitana, com indústria de grande porte.
Blumenau
Vale do Itajaí, com têxtil e tecnologia vendendo para o Brasil inteiro.
Uberlândia
Capital da distribuição no Triângulo, com atacado atendendo o país todo.